Quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026 – 00h04 WIB
Tangerang, VIVA – Um árbitro de futebol da Liga Nacional 2 com as iniciais FR foi denunciado à polícia por suspeita de vender a sua esposa, SHP (27), a um filantropo através da aplicação MiChat desde 2025.
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A vítima fez uma denúncia à Polícia Metropolitana da cidade de Tangerong em 8 de outubro de 2025 sobre alegações de violência sexual (TPKS) e violência doméstica (KDRT).
O caso surgiu depois que a vítima divulgou o incidente durante uma reunião com equipes de mídia em Tangerang, na quinta-feira, 29 de janeiro de 2026.
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Da confissão da vítima e do depoimento do interessado, foram revelados os seguintes factos:
1. A vítima é forçada a formar um trio
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A vítima revelou que a alegada exploração sexual começou quando o marido a convidou para ter uma relação íntima com outro homem. Este pedido foi rejeitado porque a vítima se sentiu questionada e pressionada.
“Quando ele me pediu para fazer sexo com outro homem, recusei e chorei”, diz SHP.
Diz-se que essa rejeição é o início do conflito na família.
2. A vítima é ameaçada de abandono
Imagens de violência
Imagem:
- www.pixabay.com/Counselling
Segundo a confissão da vítima, esta rejeição na verdade desencadeou a violência. Ela admitiu ter sofrido violência doméstica, desde derramar litros de água nas mãos até espancamentos.
A vítima também admitiu que foi ameaçada caso não atendesse ao pedido do marido. Diz-se que FR a intimidou ao ameaçar deixá-la e encontrar outra mulher.
3. A vítima teria sido vendida através do MiChat por IDR 200 mil
A vítima disse que o marido se propôs a um benfeitor através do aplicativo MeChat. Na captura de tela da conversa, a vítima teria recebido uma remuneração de cerca de Rp. 200 mil, com foto pornográfica.
Diz-se que este incidente aconteceu repetidamente. Um dos incidentes teria acontecido em 25 de setembro de 2025 em sua residência em Batu Separ, área de Poris Gaga Baru, na cidade de Tangerong.
“Ele trouxe o homem, pediram-me para ir buscá-lo. O homem saiu e FR ligou novamente para me usar”, disse a vítima.
A vítima admitiu que foi parada e orientada a ficar quieta porque morava na mesma casa que a família do agressor.
4. A equipe denunciada é um árbitro da Liga 2 e professor do ensino fundamental
O advogado da vítima, Abdul Hamim Zawzi, disse que o grupo denunciado não trabalhava apenas como árbitros de futebol da Liga 2, mas também como professores de esportes no ensino primário (SD).
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Essa informação chama a atenção do público para o caso tratado pela polícia.




