Indramayu é uma forma única de os músicos erradicarem a máfia musical na era digital

Segunda-feira, 17 de novembro de 2025 – 22h35 WIB

Indramayu, VIVA – Esforços para eliminar a máfia digital que há anos priva os músicos regionais dos seus direitos económicos e morais.

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Decorre da dolorosa realidade de ver a situação difícil dos músicos regionais, especialmente Turling, que muitas vezes são vítimas. Suas músicas são baixadas, registradas novamente em plataformas estrangeiras por outros grupos e depois ganham dinheiro com propagandas enquanto os criadores não recebem um centavo. Vamos, role mais!

“Certa vez, fui à casa de um letrista em Indramayu. Seu trabalho é maravilhoso, mas o estado de sua casa é muito preocupante”, disse Richo Irfanto em seu depoimento, domingo, 16 de novembro de 2025.

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“Os criadores estão confusos, os artistas estão confusos e as pessoas que gostam disso são a máfia digital”, continuou Richo.

Essa história confusa não acontece uma ou duas vezes. Alguns cantores regionais chegam a conseguir milhões de visualizações no YouTube, mas nem o produtor nem o cantor recebem royalties.

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Um sistema digital desleixado faz com que trapaceiem, culpem uns aos outros e percam direitos económicos. Assim, Triandika Uniyar, proprietária da PT Musicplus Media Indonesia e desenvolvedora de aplicativos, surgiu com a determinação de erradicar a máfia digital criando playlists de músicas. Uma plataforma agregadora de música que afirma ser a primeira na Indonésia e está oficialmente registrada no HAKI.

“Na verdade, as máfias digitais pegam. Trabalham em grupo, baixam áudio, se cadastram em plataformas externas e depois aproveitam o Adsense. Os artistas não ganham nada”, disse.

Ele explicou que a plataforma é um agregador de distribuição de música que está diretamente conectado ao Spotify, TikTok, YouTube, Langit Musik e outras plataformas musicais. Aqui, artistas, criadores, artistas de covers e produtores podem criar suas próprias contas.

Ele disse que se um produtor quiser refazer a música de um determinado artista, basta selecionar a música no aplicativo, finalizar a compra e pagar através do portal de pagamento, após o que obtém uma licença oficial.

No entanto, ele ressaltou que as músicas compradas para o remake só foram válidas uma vez e carregadas legalmente na plataforma digital. Ele disse que músicas regravadas não podem ser usadas em shows.

“Tudo é transparente. Os royalties e as licenças vão diretamente para o criador”, diz Richo.

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Segundo ele, desta forma, músicos que queiram fazer covers de músicas virais podem colaborar legalmente com artistas ou produtores sem incorrer em custos avultados. O importante, disse Rico, é que eles permaneçam registrados, para que os criadores conheçam seu uso e ainda tenham direitos sobre sua obra.



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