Quinta-feira, 4 de dezembro de 2025 – 11h WIB
VIVA – O incidente da prisão de Devi Astutik voltou a ser discutido após a revelação de informações surpreendentes. A mulher, suspeita de envolvimento numa rede internacional de drogas, utilizou a identidade da irmã durante as suas atividades no estrangeiro.
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O marido de Devi, Sarno (51), admitiu que só soube disso por meio de reportagens da mídia. Ele disse que conhecia a deusa, cujo nome verdadeiro é Pariatin, como uma empregada doméstica que morava no exterior. Segundo ele, não havia o menor sinal de que sua esposa mantivesse outra identidade, estando envolvida em atividades criminosas graves.
A fugitiva da Interpol Devi Astutik, também conhecida como PA (43)
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“A família está chocada, não esperava por isso. Disseram que estão bem. Quando vi a foto na mídia, fiquei chocado. Desisti, mas o que mais posso fazer”, disse.
Sarno explicou que sua esposa trabalhou no exterior pela primeira vez por volta de 2013 e só voltou para casa em 2023. Depois de um ano em casa, Pariatin tentou abrir um pequeno negócio de venda de arroz embalado. Porém, em 2024, ele se despede novamente para deixar o país a pretexto de reencontrar seu antigo empregador.
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“Isso me avisou com antecedência para sair em 2024. Pergunte como estão as crianças uma vez por mês”, disse ele.
Ele insistiu que, durante o tempo que passaram juntos, não houve sinais de que Dewey estivesse envolvido em uma rede internacional de drogas. Na verdade, segundo Sarno, sua esposa raramente envia dinheiro para casa enquanto trabalha no exterior. Isso reforça a crença da família de que a deusa atua apenas como ajudante doméstica.
“Sei que trabalho como trabalhadora migrante, empregada doméstica. Não sei sobre isso (drogas). Só posso me render”, disse ela.
Os acontecimentos mudaram quando as autoridades cambojanas prenderam Dewey Astutik, que foi enviado de volta à Indonésia para uma investigação mais aprofundada. As prisões fazem parte de uma série de revelações em grandes casos internacionais de drogas divulgados anteriormente pela Agência Nacional de Narcóticos (BNN).
Suspeito de contrabandear 2 toneladas de metanfetamina nas águas de Riau, em Batam, em 26 de maio de 2025. As autoridades também descobriram que a identidade que Dewey usou enquanto trabalhava no exterior não era a sua, mas a de sua irmã. Isso teria sido feito para disfarçar suas atividades no exterior.
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Dewi Astutik, residente de Sambar Agung Hamlet, vila/distrito de Balong, Ponorogo, deve agora passar por um processo legal para revelar a extensão do seu envolvimento na rede. O caso ainda está em andamento e o público aguarda a evolução da investigação por parte das autoridades. (formigas)



