Prezado Abade: Estou namorando “Rita” há quatro meses. Beijamos os lábios, abraçamos e damos as mãos, mas só tivemos um beijo de verdade até agora.
Rita foi casada pela primeira vez em 22 anos com um homem emocionalmente abusivo e depois com um homem manipulador. Ela disse que estávamos indo rápido demais e queria diminuir a velocidade. Eu entendi e não coloquei nenhuma pressão sobre ela.
Rita cancelou encontros por vários motivos e ficou em silêncio por um dia aqui e ali.
Ela diz que não está falando com mais ninguém, e nem eu. Eu disse a ela que valia a pena esperar. Eu me apaixonei por ela e estou falando sério sobre ela.
Rita diz que tem fortes sentimentos por mim e que eu a trato melhor do que qualquer homem com quem ela já se envolveu, mas ela não sabe como lidar com esses sentimentos.
Quanto tempo devo dar a ela para descobrir o que ela quer ser neste relacionamento? Não estou preocupado com sexo nem nada parecido, mas há quatro meses sem sequer nos chamar de “namoro” ou “namorada e namorado” estou preocupado por estar, por falta de uma descrição melhor, perdendo meu tempo com ela.
O que você sugere que eu faça?
– NOTA NO ESPELHO
Caro NOTA: Continue deixando seu relacionamento com Rita se desenvolver lentamente. A mulher teve dois casamentos fracassados, então não é de admirar que ela demore a se comprometer.
Se, depois de um ano (daqui a oito meses), Rita ainda se sentir desconfortável em chamá-lo de “namorado” ou “companheiro”, revisite a conversa e decida se você investiu tempo suficiente.
Caro RIO: Depois de ler tantas cartas horríveis enviadas a você por pessoas sobre suas sogras, sinto-me compelido a escrever para você sobre as minhas.
Eu a conheci há 43 anos, quando namorava seu filho mais velho (hoje meu marido). Desde o momento em que nos conhecemos, ela me tratou com carinho, aceitação e amor.
Ela e meu sogro criaram cinco filhos maravilhosos e trataram os filhos de seus cônjuges como se fôssemos seus próprios cônjuges. Ela passou a vida inteira cuidando e nutrindo o marido, os filhos, os netos e os bisnetos.
Infelizmente, acabamos de perder esta linda senhora aos 89 anos de idade para uma longa e difícil batalha contra o Parkinson e a demência. Vimos seu “flash” desaparecer lentamente, mas sempre carregaremos seu maravilhoso legado conosco. Espero poder ser metade da AMI para os cônjuges dos meus filhos que ela foi para mim.
Espero também que todos os que não tiveram a mesma sorte que eu possam encontrar pontos em comum com as suas sogras – especialmente se houver crianças envolvidas. Eu te amo mãe!
– O ASSUNTO EM NOVA IORQUE
Caro amigo: Obrigado por compartilhar esta linda homenagem a uma mulher que fez uma diferença tão positiva na vida daqueles que ela tocou. Você não apenas teve sorte de fazer parte de uma família tão calorosa e amorosa, mas ela também teve sorte de ter uma nora como você.
Dear Abby foi escrita por Abigail Van Buren, também conhecida como Jeanne Phillips, e foi fundada por sua mãe, Pauline Phillips. Entre em contato com Dear Abby em www.DearAbby.com ou PO Box 69440, Los Angeles, CA 90069.



