Cidade-sede da COP30 busca impulsionar a economia e ao mesmo tempo conservar a Amazônia

<span>História: Neste armazém de Belém, empresários brasileiros experimentam produtos florestais para criar novos alimentos, fragrâncias e outros produtos.</span><span>Faz parte de um novo programa de pesquisa e desenvolvimento do governo do estado do Pará. </span><span>O objetivo é ajudar os moradores a se beneficiarem de seu próprio quintal, a floresta amazônica.</span><span>Em vez de derrubar árvores para o gado e para a mineração, o governo de Parra abriu um Parque de Bioeconomia e Inovação de US$ 56 milhões em outubro – uma nova instalação onde as ideias dos fornecedores ganham vida.</span><span>O chef Leonardo Souza diz que fica arrepiado ao falar sobre como o novo parque o ajudou a aumentar a produção de seu saleiro artesanal com ervas amazônicas, de 60 potes por dia para cerca de 1.000.</span><span>Um forte conceito de bioeconomia já está sendo construído em bases sólidas no estado do Pará.</span><span>Descendo o rio a partir do parque fica o mercado de ver-o-peso ao ar livre de Belém, onde os vendedores vendem produtos da floresta tropical desde 1901.</span><span>Durante o dia, você encontra Bete Cheirosinha, fitoterapeuta de quinta geração que coleta plantas de comunidades ribeirinhas e utiliza conhecimentos indígenas para fazer tinturas.</span><span>“Cada uma dessas ervas tem um significado. Cada uma é usada para tratar um problema específico. A Amazônia é muito importante para nós aqui.”</span><span>Todas as noites, barcos fluviais descarregam alqueires de açaí para embarque em todo o Brasil e no exterior.</span><span>O açaí é o produto amazônico mais onipresente no país. A popularidade da baga rica em antioxidantes está levando o mercado a crescer de um valor estimado de US$ 1 bilhão em 2024 para mais de US$ 3 bilhões em 2032, de acordo com o governo brasileiro.</span><span>O novo programa de Parra é uma pequena parte do plano do Brasil para mostrar ao mundo que pode encontrar maneiras de proteger a floresta amazônica e garantir empregos e dinheiro para seus residentes.</span>

Link da fonte