Crime, traição e segredos da cidade são três temperos perfeitos para os quais ele e ela subiu ao topo da lista dos mais assistidos da Netflix. A minissérie surpresa psicológica cativou tanto os assinantes que eles devoraram todos os seis episódios em questão de horas. Porém, muitos permaneceram no desenvolvimento da cena final; uma reviravolta que ninguém previu.
Baseado no romance de Alice Finney, o que se segue Anna (Tessa Thompson), uma jornalista em um momento negro de sua carreira, que decide investigar ela mesma o crime. depois de encontrar uma conexão pessoal com a vítima. O caso se complica quando se descobre que o detetive responsável é o ex-marido dela. Jack (Jon Bernthal), com quem compartilha um passado cheio de feridas abertas. À medida que surgem pistas, a linha entre justiça e suspeita torna-se confusa; ambos se tornam suspeitos aos olhos de quem vê.
(Aviso: esta nota contém spoilers sobre o final da série.)
O que acontece quando as duas pessoas responsáveis por encontrar a verdade não são confiáveis? Essa é a premissa de que a ficção surge para distrair. Embora a trama torne Anna e Jack conhecidos como assassinos, a série escondeu o verdadeiro culpado onde ninguém esperava.
Nem Anna nem Jack cometeram os crimes. A verdadeira assassina é Alice, mãe de Anna.. Ao longo da história, Alice é apresentada como uma mulher idosa, frágil e com problemas de memória, eliminando-a automaticamente de qualquer lista de suspeitos.
Encontrar uma fita de vídeo antiga muda tudo. estes não foram crimes aleatórios, mas um ato de amor maternal distorcido. Após a detecção a violência que sua filha sofreu décadas atrás nas mãos de seus “amigos”;Alice decidiu encontrar a paz que a justiça nunca lhe deu pelos seus próprios meios.
O resultado deixa uma questão preocupante. Anna realmente não sabia de nada? A cena final sugere aceitação silenciosa. Escolhendo o silêncio para preservar seu futuro Anna deixa de ser vítima e passa a ser a guardiã do segredo de sua mãe.
Alguns assinantes notaram que os diretores de produção deixaram dicas sutis sobre o papel de Alice. Seu “esquecimento” e aparente distanciamento da realidade foram as ferramentas perfeitas para se mover sem levantar suspeitas. O roteiro brinca com os preconceitos do espectador. há uma tendência de não suspeitar de personagens idosos ou que pareçam necessitar de cuidados, técnica clássica de sofrimento psíquico.
“Que série boa Ele e Ela; No começo parece tedioso e quase desisti. O final é muito bom e uma surpresa completa”; “Oi e ela, ótima série um verdadeiro crime Da Netflix, muito engraçado com um elenco impressionante de atrizes e atores de primeira linha, você não vai acreditar quem é o assassino final, ainda estou digerindo” e A minissérie Ele e Ela na Netflix é indiscutível 10/10“Aconselho, não esperava que o final tivesse um bom enredo”, foram algumas das mensagens deixadas pelos assinantes da rede social X.

