Uma reportagem bombástica do The Wall Street Journal afirmou que Donald Trump está “chateado” com o que descreve como um “relacionamento próximo” entre Christy Noem e o conselheiro de longa data de Trump, Corey Lewandowski.
Segundo a revista, fontes familiarizadas com o assunto disseram que Trump expressou seu descontentamento com a proximidade de Noem com Lewandowski. O jornal descreveu Lewandowski como a figura mais influente em torno do secretário do DHS. O relatório não indicou nenhuma ação disciplinar formal, mas citou a dinâmica como fonte de frustração para o presidente.
Nem Noem nem Lewandowski responderam imediatamente às acusações feitas no relato do jornal.
“Caos contínuo” dentro do DHS
A exposição do Journal também apontou para uma disfunção mais ampla do DHS, descrevendo o departamento como atolado em “caos constante” sob a liderança de Noem.
Citando autoridades não reveladas, o jornal informou que Noem priorizou repressões em massa à imigração, muitas vezes acompanhadas de oportunidades para fotos e roupas de marca da agência. Os críticos dentro do departamento foram removidos e a tomada de decisões consolidada entre um círculo restrito de assessores, disse o relatório.
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O artigo sugere ainda conflito entre a liderança política e os titulares de cargos, o que aumenta a instabilidade interna.
Debate sobre Pilotos da Guarda Costeira
Entre os incidentes detalhados no relatório do jornal estava um episódio envolvendo um piloto da Guarda Costeira dos EUA. O jornal afirmou que Noem demitiu o piloto após uma disputa sobre o desaparecimento de um item pessoal, descrito na reportagem como um cobertor. Mas o piloto foi contratado posteriormente porque era necessário para pilotar o avião.
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O relatório também nomeou altos funcionários do DHS, incluindo o ex-chefe da Patrulha de Fronteira Rodney Scott, no contexto de tensões de liderança, embora não detalhasse má conduta específica.
Até o momento desta publicação, o DHS não respondeu totalmente às alegações do relatório do Journal.




