A Broadcom (AVGO) é uma das principais empresas de tecnologia do mundo, especializada em software de infraestrutura de semicondutores. A empresa trabalha em tudo, desde data centers e equipamentos de rede até dispositivos sem fio e soluções de segurança cibernética. Os chips e sistemas inovadores da Broadcom permitem uma Internet mais rápida, inovações em inteligência artificial e operações corporativas seguras para os gigantes da tecnologia.
Fundada em 1991, a empresa está sediada em Palo Alto, Califórnia, com operações em 25 estados.
As ações da Broadcom tiveram um desempenho misto recentemente, à medida que reagem à volatilidade do mercado com uma queda de 3% nos cinco dias anteriores e um retorno negativo de 7% ao longo de um mês. No acumulado do ano (acumulado no ano), as ações refletem uma pressão tecnológica mais ampla, subindo mais de 6% e caindo 11% nos últimos três meses. Porém, num prazo mais longo, como 52 semanas, proporciona um retorno de 48%, que aumenta ainda mais para 164% em 2 anos.
Compare isso com o S&P 100 ($ONE), que supera a Broadcom no lado próximo, pois permanece estável enquanto a Broadcom enfrenta dificuldades, enquanto o S&P 100 perde fortemente no período mais longo, onde retornou 17% em 52 semanas e 46% em dois anos.
A Broadcom divulgou resultados impressionantes do quarto trimestre de 2025 em 11 de dezembro de 2025, com lucro ajustado chegando a US$ 1,95 por ação, acima das estimativas dos analistas de US$ 1,87. As receitas do trimestre atingiram um recorde de US$ 18,0 bilhões, um aumento de 28% ano a ano (ano a ano), superando as previsões dos analistas de US$ 17,6 bilhões.
Olhando para as finanças da empresa, o EBITDA ajustado foi de US$ 12,2 bilhões, um aumento de 34% ano após ano, à medida que o fluxo de caixa livre cresceu 36%, para US$ 7,5 bilhões, elevando o FCF anual para US$ 26,9 bilhões. A receita de semicondutores atingiu US$ 11,1 bilhões, um aumento de 35% ano após ano, citando a aceleração da demanda por IA. A rentabilidade operacional atingiu 66,2%, com despesas aumentando 16%, para US$ 2,1 bilhões, com trabalho pesado de P&D, enquanto as reservas de caixa permaneceram estáveis em US$ 16,2 bilhões, um aumento de 73% no ano passado.
A administração também incluiu orientações para o primeiro trimestre de 2026, onde espera receitas de US$ 19,1 bilhões, sinalizando uma taxa de crescimento de 28%, enquanto a demanda contínua por inteligência artificial deverá dobrar a receita de semicondutores para US$ 8,2 bilhões. Por fim, a margem EBITDA ajustada deverá ser de 67%.




