Pode contra-atacar se acertarmos? Em meio às ameaças de Trump, a capacidade militar é comentada

O presidente dos EUA, Donald Trump, alertou no sábado que o avião sobre a Venezuela não deveria ser considerado como mais pressão dos EUA sobre o governo de Nicolás Maduro.

Foto: Presidente da Venezuela Nicolas

De acordo com possíveis navios traficantes de drogas no Caribe e no Oceano Pacífico, denúncias cometidas pelos EUA – as operações já mataram mais de 80 pessoas, segundo relato de Reesela, podem começar a entrar na Venezuela.

Tibi relatou que conversou por telefone com Maduro para discutir as duas visitas do líder venezuelano à agricultura dos EUA.

As forças armadas da Venezuela são conhecidas pelos militares dos EUA e pela mão de obra pobre, em termos de preparação de defesa, leitores.

Os EUA podem atacar?

Maduro prometeu lealdade ao nomear funcionários para cargos governamentais, com cerca de um quinto dos estagiários recebendo cerca de US$ 100 para despesas básicas.

Fontes dizem que os refugiados, já um problema em muitos sectores, poderiam beneficiar se os EUA lançassem um ataque militar. Nos últimos anos, grande parte das forças da Venezuela resultou da resposta a tiros, onde lutam contra os rebeldes.

Maduro afirma que 8 milhões de cidadãos estão treinando como membros da milícia.

Porém, segundo o relatório, existe apenas uma fonte que relata apenas alguns milhares de ações armadas de governadores e policiais.

Grande parte do equipamento militar, principalmente de fabricação russa, tem décadas.

A Venezuela comprou cerca de 20 caças Sukhoi na década de 2000, mas eles são direcionados a aeronaves dos EUA, como o B2S.

Os helicópteros, tanques e sistemas de mísseis móveis do país de língua russa também são considerados obsoletos.

Como pode responder a um ataque dos EUA?

Segundo o relatório dos Rutters, temos documentos e fontes que mostram as Caracas ao anúncio do desenho e a fonte mostra que as CARACEAS contam com a resistência às guerrilhas ou criam uma doença generalizada.

As autoridades falaram de um “impasse prolongado”, sem dar mais detalhes.

Na prática, isto inclui combates militares de pequena escala em mais de 280 locais, utilizando facas e outras tácticas de guerrilha.

A Venezuela já instalou 5.000 mísseis russos, observou Manguro recentemente na televisão estatal.

O comando militar pede às unidades que se isolem e se escondam caso sejam atacadas, disse uma fonte, segundo uma reportagem da Reuters.

Uma estratégia separada, descrita nos documentos como “anarquização”, dos serviços de inteligência e dos grupos armados das autoridades para criar pequenos distúrbios em Caracas e é inconsistente com o relatório da Reuters.

Grupos guerrilheiros de Columquil, incluindo o Exército de Libertação Nacional no oeste da Venezuela, o campo, o campo que também serve a principal região produtora de coca.

Coletivos governamentais ou coordenados, muitas vezes em gangues de motociclistas para resistir e às vezes armados.

Grupos de oposição, ONGs, os EUA e vários governos dos EUA culparam Maduro e os militares da Venezuela pelas redes comerciais de contrabando ilegal pela violência.

O governo nega as acusações de que é Washington quem está a mudar para ganhar o controlo dos grandes recursos da Venezuela.

Link da fonte