Surgiram novas alegações sobre uma perigosa operação dos EUA na Venezuela, com testemunhas oculares alegando que foi usada uma arma desconhecida e altamente avançada. O relatório surge dias depois de os Estados Unidos realizarem uma operação mortal contra o homem forte venezuelano Nicolás Maduro.
De acordo com uma reportagem do New York Post, as acusações vêm de um guarda de segurança venezuelano que descreveu o ataque surpresa e violento durante a operação de 3 de janeiro destinada a prender Maduro. A conta ganhou mais atenção depois que X foi partilhado pelo secretário de imprensa da Casa Branca, embora as autoridades norte-americanas ainda não tenham divulgado qualquer confirmação oficial ou detalhes operacionais.
Embora a Casa Branca tenha optado por permanecer em silêncio sobre os detalhes desta missão, o Ministério do Interior venezuelano admitiu que cerca de 100 seguranças foram mortos durante a operação. O que ainda não está claro é se foi utilizada tecnologia militar avançada ou experimental dos EUA durante o ataque.
O que a testemunha afirma ser uma “arma secreta”.
Segundo uma testemunha citada pelo New York Post, as forças venezuelanas sofreram um mau funcionamento do sistema momentos antes do ataque.
“Todos os nossos sistemas de radar foram desligados sem qualquer explicação”, disse o guarda, lembrando como os drones logo apareceram na fronteira, seguidos por um pequeno número de helicópteros, que se acredita transportarem cerca de 20 soldados norte-americanos.
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Apesar do grande número, a guarda afirmou que os soldados venezuelanos foram rapidamente dominados. Ele alegou que as forças dos EUA dispararam uma arma não identificada que parecia uma “onda sonora muito intensa”. “Senti como se minha cabeça estivesse explodindo por dentro”, disse ele, acrescentando que os soldados estavam sangrando pelo nariz, vomitando sangue e caindo no chão, incapazes de se mover.
O guarda descreveu os soldados americanos como “altamente avançados tecnologicamente” e disse que disparavam com extrema precisão e velocidade. “Éramos centenas, mas não tivemos hipótese”, disse ele, observando que as forças americanas sofreram pesadas baixas.
Opinião de especialistas
Uma antiga fonte de inteligência dos EUA disse ao New York Post que as características descritas poderiam ser consistentes com armas de energia dirigida, que utilizam energia concentrada, como as microondas. Tais sistemas, segundo a fonte, existem há décadas e podem causar sangramento, desorientação e incapacidade física.
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A Casa Branca não confirmou se a tecnologia foi utilizada.
As reivindicações não estão atualmente confirmadas.







