Uma mulher do Texas pensou que estava superando o ex. Infelizmente, o destino reservou algo mais para ele quando ele fez um empréstimo de US$ 10.000 para uma bicicleta com esse homem que desapareceu. Agora, depois de anos de separação, a esposa Annie está lidando com cobradores de dívidas com uma bicicleta que ela não vê há quatro ou cinco anos, e para o cara ela está “viva ou morta”.
Ele falou sobre sua provação no programa de Ramsey há algumas semanas, dando conselhos sobre como construir riqueza. “Ele não pagou. Não me importo com minha dívida, mas eles estão ligando”, disse ele.
No entanto, Annie chega com más notícias. Apesar de não estar com o ex e nem ter acesso a bicicleta, Annie está à disposição para recolher o dinheiro que foi levado. De acordo com o Consumer Financial Protection Bureau (CFPB), os fiadores são legais se o mutuário principal parar de fazer pagamentos. Além disso, afirma que os credores não precisam perseguir primeiro a outra pessoa. Eles podem ir diretamente ao fiador, que neste caso era Annie.
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Como a bicicleta não pôde ser recuperada e o ex não foi encontrado, o credor tomou a medida lógica de abordar o fiador. Os apresentadores do programa compartilharam alguns conselhos de Annie.
Como proteger o crédito?
Jade Warshaw, a anfitriã, disse a Annie: “Você tem que receber o dinheiro”, acrescentando: “E se não for pago, seu crédito será destruído”.
Os empréstimos co-assinados aparecem no histórico de crédito de ambos os mutuários, portanto, atrasos nos pagamentos e inadimplência afetam ambas as partes. Annie agora está casada e vive com um orçamento apertado, o que a forçou a voltar ao trabalho após a aposentadoria para poder sobreviver.
Warshaw acrescentou que Annie deveria sentar-se com o marido e discutir suas finanças para que pudessem ter uma ideia clara e planejar com antecedência de acordo. Entretanto, as orientações do CFPB, da Experian e da Federal Trade Commission (FTC) explicam como proteger o crédito em tais situações.
- Não há como escapar da dívida e, se o mutuário principal entrar em inadimplência, é melhor tratar a dívida como se fosse sua e fazer os pagamentos em dia para evitar aumento de taxas, multas e danos ao crédito, de acordo com o CFPB.
- Os reguladores do consumidor aconselham que, se os coletores entrarem em contato com uma pessoa, respondam rapidamente. Ignorar chamadas ou e-mails só pode piorar a situação.
- A Experian sugere prestar atenção ao seu relatório de crédito. Isso dá uma ideia de como o empréstimo é reportado. Atrasos nos pagamentos, baixas e similares afetarão definitivamente a pontuação de crédito de ambas as partes.
- De acordo com a FTC, existe a opção de negociar um pagamento ou acordo com os credores. A agência observou que em alguns casos, especialmente com dívidas mais antigas, os credores podem não só estar abertos a negociações, mas também aceitar um acordo inferior ao montante total da dívida. Porém, nesses casos, é melhor fazer o acordo por escrito antes de trocar dinheiro.
- Deve ser criado um plano de fazenda completo, incluindo o aluguel não recorrente, para que as pessoas tenham uma ideia do que pode ser feito para quitar a dívida em um curto espaço de tempo.



