‘Infundado, sem sentido’: a Índia lamenta a morte de Islamabad, rejeita as alegações de interferência externa do Paquistão

A Índia condenou na sexta-feira a explosão num centro religioso xiita em Islamabad, capital do Paquistão, e expressou condolências pela morte de 31 pessoas.

Uma equipe forense no local de uma explosão mortal em uma mesquita muçulmana xiita em Islamabad, Paquistão, 6 de fevereiro de 2026. (REUTERS)

Horas depois da explosão, o Ministério das Relações Exteriores disse que “condena a explosão na mesquita de Islamabad e oferece suas condolências à Índia pela perda de vidas”.

Além disso, a Índia também rejeitou a declaração de Khawaja Asif, ministro da Defesa do Paquistão, sobre o envolvimento de outro país no ataque. “Infelizmente, em vez de lidar seriamente com os problemas que criam o seu próprio tecido social, o Paquistão tem de se iludir e culpar os outros pelos seus males internos. A Índia rejeita qualquer acusação que seja infundada porque é absurda”, afirmou a WEA.

Na explosão em Islamabad, 31 pessoas morreram e mais de 150 ficaram feridas

A declaração da Índia ocorreu após uma explosão em Islamabad que matou dezenas de pessoas e feriu mais de 150 outras, algumas delas supostamente em estado crítico. A explosão ocorreu durante as orações de sexta-feira e, segundo a polícia de Islamabad, foi um ataque e uma investigação foi iniciada.

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Segundo relatos, as imagens do local da explosão mostraram corpos ensanguentados caídos no chão da mesquita, em meio a vidros quebrados e destroços na mesquita, enquanto as pessoas pediam ajuda freneticamente.

Após a explosão, o ministro da Defesa do Paquistão, Khawaja Asif, disse que foi um ataque suicida e que uma pessoa “se explodiu na última fila de fiéis”. Ele também alegou que o agressor tinha um histórico de viagens ao Afeganistão e, sem fornecer qualquer prova de que a Índia estivesse envolvida na viagem, a Índia negou a alegação.

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De acordo com testemunhas oculares, o agressor primeiro abriu fogo contra as pessoas na mesquita antes de deixar a bomba mortal, relata o Geo News. A porta principal fica a pelo menos 30 metros do portão Imambargah. Quando o agressor chegou ao portão principal, os guardas da instituição religiosa tentaram detê-lo, originando-se um tiroteio. Ele então correu pelo menos 20 metros para dentro e se explodiu enquanto as orações aconteciam, acrescentou o relatório da Geo.

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