61% dos jovens recorrem a uma rede social para obter aconselhamento sobre investimentos. Por que dicas de financiadores não devem ser toda a sua estratégia

Um número crescente de jovens recorre às redes sociais para aconselhamento financeiro e de investimento, e os especialistas alertam que esta tendência pode acarretar riscos reais.

Dados recentemente divulgados pela FINRA Investor Education Foundation (1) mostram que cerca de 25% dos adultos norte-americanos inquiridos afirmam que utilizam recomendações de influenciadores das redes sociais quando tomam decisões de investimento. Entre aqueles com 35 anos ou menos, a participação salta para 61%. Ainda mais alarmante: 57% das pessoas com menos de dois anos de experiência em investimentos relataram confiar nas redes sociais para orientação financeira.

Os chamados “geradores de riqueza” estão agora a desempenhar um papel central na definição da forma como uma geração inteira pensa sobre o dinheiro. mas gosto Washington Post A repórter de finanças pessoais Michelle Singletary alerta que os conselhos que circulam na Internet nem sempre são precisos ou confiáveis ​​(2).

O efeito dos ‘substitutos’

As escolhas financeiras feitas aos 20 e 30 anos não afetam apenas o seu equilíbrio hoje – elas podem moldar a sua segurança financeira durante décadas. O dinheiro investido cedo tem mais tempo para crescer, o que significa que mesmo pequenos erros podem resultar na perda de anos de crescimento potencial.

Existe também um risco menos óbvio: a perda de confiança. Os jovens investidores que seguem conselhos online exagerados e desgastados podem desistir completamente de investir, atrasando ou abandonando estratégias de construção de riqueza a longo prazo, como poupar para a reforma.

De acordo com Singletary, a mídia social não é inerentemente ruim, mas é uma base instável para a tomada de decisões financeiras sérias. Os sinais de alerta comuns incluem:

  • Falta de habilidades: Muitos agentes não possuem treinamento formal ou credenciais. Nem são obrigados a cumprir padrões éticos ou fiduciários.

  • Incentivos financeiros ocultos: Patrocínios, links afiliados e comissões são geradores de dinheiro comuns para influenciadores, e eles não são obrigados a compartilhar essas informações com seus espectadores.

  • Estratégias excessivamente simples: tópicos complexos como investimento, aquisição de casa própria ou volatilidade da criptografia são frequentemente compactados em vídeos curtos que encobrem os riscos e ignoram as nuances.

  • Táticas de exagero e medo: Afirmações sensacionais e mensagens do tipo “você está perdendo” são projetadas para impulsionar o engajamento, não para decisões estratégicas de investimento.

Nos piores casos, alguns influenciadores promoveram esquemas de bombeamento e despejo, onde o hype é usado para inflacionar os preços antes que os insiders comprometam dinheiro. Para jovens investidores ou com experiência financeira limitada, cair numa fraude pode ser um risco real.

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