Trump x Harvard: o processo de US$ 1 bilhão abalou o mundo acadêmico

O embate entre Donald Trump e a Universidade de Harvard A verdade cresceu nas redes sociais nesta terça-feira com a mensagem poderosa do presidente. “Agora reivindicamos um bilhão de dólares “Em termos de danos, não queremos ter mais nada a ver com a Universidade de Harvard no futuro”, escreveu ele em 3 de fevereiro, sem detalhar quais seriam os danos específicos alegados à instituição.

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A publicação ocorre em meio a meses de disputas judiciais e políticas. Administração em dezembro de 2025 Trump apelou da decisão de 3 de setembro Mais de US$ 2 bilhões em fundos alocados para Harvard naquele ano foram declarados ilegais. Essa decisão também impediu o governo de suspender recursos federais destinados à investigação.

Fundos federais, campi sobrecarregados, um grande fracasso

Um dia após a sentença, o presidente da universidade, Alan Garber, comemorou o veredicto, dizendo que “apoia os argumentos”. Defesa da liberdade acadêmica A universidade, a investigação científica crítica, é um princípio fundador do ensino superior americano.

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O pano de fundo do processo é que, desde abril de 2025, o governo cancelou centenas de bolsas para pesquisadores de Harvard. A Casa Branca mais tarde o manteve A universidade não era firme o suficiente Contra o assédio a estudantes judeus num contexto marcado por protestos pró-palestinos e manifestações contra a guerra na Faixa de Gaza que proliferaram nos campi de todo o país desde abril de 2024.

O impeachment de Trump e a pressão sobre a Ivy League

Em sua última mensagem, Trump acusou Harvard de promover o anti-semitismo O New York Times espalhou “desinformação” e destacou que a empresa tem se “comportado muito mal” ao longo dos anos. Afirmou ainda que a universidade tentou evitar um acordo financeiro oferecendo um programa alternativo de formação profissional, proposta que – na sua opinião – foi rejeitada como impossível.

O Presidente disse que tentou evitar esta iniciativa Mais de US$ 500 milhões em pagamentos Após meses de debate sobre as políticas universitárias, ele considerou-as inadequadas em comparação com a “ilegalidade grosseira” de que acusou Harvard. Na mesma mensagem, insistiu que o caso deveria ter consequências não só civis, mas também criminais, garantindo que prosseguiria “até que a justiça seja feita”.

Trunfo Ele também indiciou Alan Garber, a quem acusou Má gestão de crise Foi recordado que foi nomeado após terem surgido alegações de anti-semitismo. Ao mesmo tempo, citou informações do The New York Times indicando que as áreas relacionadas com Harvard provavelmente serão um acordo, dada a dependência da universidade de fundos federais e os esforços da administração para cortar recursos de investigação.

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Desde o seu regresso à presidência em Janeiro, Trump intensificou suas críticas à Ivy League —um grupo de universidades privadas no nordeste dos Estados Unidos que ele acusa de promover ideologias antiamericanas, marxistas e de “extrema esquerda”. Neste quadro, Harvard tornou-se uma testemunha da estratégia do governo de utilizar o financiamento federal como uma ferramenta para forçar mudanças nas universidades do país.

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