No âmbito do Dia Internacional das Florestas, o Serviço Nacional de Florestas e Vida Selvagem (SERFOR), Apresentado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrícola e Irrigação (MIDAGRI). Curso Virtual “Manejo Florestal Comunitário: Governança e Sustentabilidade”Uma iniciativa que visa fortalecer as capacidades de especialistas de governos locais e líderes de organizações indígenas.
O que o curso cobre e a quem se destina?
A para programa acadêmico A extensão de 32 horas está organizada em sete unidades e 14 sessões de estudo. Segundo a organização, os povos indígenas administram atualmente mais de 12 milhões de hectares de floresta, o que representa 15% da floresta amazônica. Neste contexto, a iniciativa reafirma o reconhecimento das comunidades locais como atores estratégicos para a conservação e gestão sustentável dos recursos naturais.
Por sua parte, O Diretor Executivo da Serfor, Erasmo Oterola Acevedo, Ele destacou que este é o primeiro curso especializado neste tema, o que representa um marco institucional ao integrá-lo aos saberes ancestrais dos povos indígenas sob uma abordagem intercultural.
Plataforma, metodologia e objetivos do programa
A formação será ministrada na modalidade assíncrona através da plataforma Serfor Educa. Segundo Otárola Acevedo, esse formato permite Superando barreiras geográficas, permitindo que líderes comunitários e tecnológicos participem ativamente em seus próprios locais. O gestor destacou que o curso busca consolidar-se como modelo de fortalecimento da governança territorial e de criação de oportunidades econômicas sustentáveis para as famílias diretamente dependentes da floresta.
Este esforço educacional é liderado pela Diretoria de Gestão do Conhecimento da Serforin e conta com apoio técnico e financeiro. Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA).
Por fim, Serfor anunciou que o curso virtual será lançado em breve “Organização Territorial Participativa de Florestas Comunais (OTPBC)” . Esta segunda proposta oferecerá ferramentas metodológicas práticas, como o mapeamento participativo e o uso de tecnologias geoespaciais acessíveis, para que as comunidades indígenas e rurais possam gerir seus territórios de forma consensual e planejada.





