Donald Trump lançou o seu controverso Conselho de Paz em Gaza, alegando proporcionar “paz permanente”. Os críticos alertam que isso poderia ofuscar a ONU e concentrar o poder numa estrutura liderada por Trump e dominada pelos EUA. Os altos funcionários Tony Blair e o preço de mil milhões de dólares para a adesão permanente estão a suscitar preocupações globais. Os convites aos líderes mundiais suscitaram respostas mistas, que vão desde uma aceitação entusiástica até um cepticismo cauteloso. Será este um verdadeiro plano de paz – ou um movimento estratégico para reconstruir o poder global?
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