ele Judiciário ordenou que Município Metropolitano de Lima (MML) Revogação de qualquer autorização existente que permita a utilização de cavalos em passeios turísticos de charrete. Praça de Armas em Lima. A ação foi ordenada pela juíza constitucional Zara Meza Soria Um período de dez dias Assim segue o sistema comunal.
Decisão aplicável mesmo quando há recurso pendente
O parecer responde a um pedido apresentado pela IPALEMA, entidade que promoveu o litígio impugnado colocando em risco a integridade dos animais utilizados nos passeios.
O judiciário ordena o fim dos passeios de charrete na Plaza de Armas de Lima.
Embora o município de Lima tenha recorrido da primeira decisão, o quadro jurídico permite que a decisão seja executada enquanto o segundo incidente é resolvido.
O que acontece se o município não cumprir o prazo?
Caso as autorizações não sejam canceladas no prazo estabelecido, a resolução emite um alerta. Os funcionários responsáveis enfrentarão consequências legais. Entre eles, contempla Denúncia ao Ministério Público Além de possíveis sanções administrativas, por suposta oposição à autoridade.
Por que os cavalos foram retirados da Plaza Mayor de Lima?
A decisão original, proferida meses antes, concluía que um serviço de passeio turístico com buggy poderia ser representado Um perigo para o bem-estar animal. Segundo avaliação judicial, a manutenção dessa atividade sem supervisão adequada poderia expor os cavalos a condições geradoras de sofrimento e degradação física. Diante dessa situação, o juiz considerou que a suspensão do serviço era uma medida proporcional.
O futuro dos passeios turísticos em Lima ainda não está definido
O recurso já tem data: a Primeira Câmara Constitucional de Lima marcou audiência para julho deste ano. O tribunal pode confirmar a condenação – que significa o fim definitivo do evento equestre na Plaza Mayor – ou anulá-la, permitindo a continuidade do serviço.






