A fase de “namoro” da carreira
Num post recente no LinkedIn, que provocou um grande debate entre profissionais de RH e jovens trabalhadores, Anupam Mittal tomou uma posição firme contra os “gurus de carreira” que insultam a Geração Z por mudarem de emprego com frequência. Mittal argumenta que o início dos anos 20 deve ser considerado um período de exploração – ele compara-o metaforicamente a “namorar” diferentes indústrias, funções e culturas de local de trabalho. Para um jovem de 22 anos, ele acredita que mudar de um papel para outro não é um sinal de infidelidade, mas um processo de eliminação necessário para descobrir onde eles realmente “vibram”. Sua mensagem é clara: se você não está sentindo isso, siga em frente e faça isso sem o peso da culpa.
Pivô para consolidação
No entanto, o conselho de Shark vem com uma advertência importante. Embora defenda a exploração agressiva entre as idades de 21 e 24 anos, ele insiste que quando um profissional chega aos 25 anos, a estratégia muda de “saltar” para “consolidar”. Mittal revelou que, ao contratar para cargos de liderança sênior ou de “nível 1”, ele frequentemente filtra candidatos que não completaram pelo menos 4 a 5 anos na empresa. Segundo ele, o primeiro ano é de aprendizado, o segundo de execução e o terceiro de lidar com as consequências das decisões – ciclo essencial para quem quer ser fundador ou CEO.
Confira a postagem de Anupam Mittal no LinkedIn aqui:
Respostas da comunidade: paixão versus processo
A postagem desencadeou uma onda de respostas altamente engajadas de seus seguidores. Um usuário, Tanishk Lather, questionou se é obrigatório seguir o caminho tradicional de estágios e empregos antes de iniciar um negócio no mesmo setor, principalmente se alguém já encontrou sua paixão. Embora não seja “obrigatório”, Mittal respondeu que quanto mais cedo alguém se estabelecer no caminho escolhido, melhor será para sua carreira. Outro apoiador ecoou o sentimento, dizendo: “A Geração Z não está mudando de emprego – eles estão combinando padrões”, sugerindo que permanecer no lugar errado por muito tempo é mais arriscado do que agir rapidamente para encontrar o ajuste certo.
(Isenção de responsabilidade: este artigo é baseado em um vídeo viral de mídia social e em reações online. O Economic Times não verificou de forma independente a autenticidade do conteúdo e não o reivindica ou endossa.)




