A história do segundo suboficial Patrick Hiroshi Ospina Orihuela (33) Sexta-feira, 20 de fevereiro, marcou o dia em que ele entrou Rio Rimac Para resgatar um cachorro preso em uma ilha.
Minutos depois, a força da correnteza o afastou, sem conseguir ajudar o time. Depois de mais de um dia de buscas, o corpo foi encontrado na foz entre a Avenida Gambetta e a Base Naval no sábado, 21 de fevereiro.
Leia também: Peru em perigo! Devido ao perigoso fenômeno, o exército confirma o estado de emergência e ativa um novo alerta vermelho para o dia 24 de fevereiro.
Mensagem de aviso de resgate ativado
Tudo começou com um alerta enviado por um grupo de WhatsApp. A mensagem avisava que um cachorro estava em uma ilha, sentado em um pneu no meio do rio.
A equipe logo chegou à área. Segundo depoimento do sócio, Ospina chegou primeiro com seu caminhão e avaliaram a situação antes de desembarcar.
“Vamos sair os dois”, sugeriu o colega. No entanto, o suboficial respondeu que só desceria para verificar a força do rio e depois avisaria se era seguro descer.
Saber mais: A jornalista Maricel Linares foi chamada para prestar depoimento sobre o veículo que seu padrasto atropelou a atleta Lisette Marzano.
“A corrente era mais forte”
Ambos atingiram um estágio crítico. Ospina avançou primeiro e o seu companheiro esperou.
Segundo a história, ele tentou segurar o animal, mas a correnteza o pegou de surpresa. “Ele queria parar, não deixar o cachorro ir, a correnteza estava mais forte”, disse.
Do alto da ponte Raito del Sol, no Cercado de Lima, o rio começou a arrastá-lo. Seu amigo correu ao longo da costa na esperança de alcançá-lo.
Ele lembrou que o treinamento ensina que se o rio afastar alguém, deve-se deitar de costas e deixar que as mãos o levem até a margem. Ela continuou correndo enquanto o observava ir embora com essa esperança.
Últimas palavras antes de desaparecer
Em meio ao desespero, houve um momento que seu parceiro descreveu como o último contato visual.
Ele relatou que Ospina foi derrubado pela força da água e perdeu a consciência antes de chegar à Ponte do Exército.
“Eu gritei com ele: Ospina!” ele lembrou. Depois de alguns segundos na superfície, ele foi novamente coberto pela água. Minutos depois, apenas West apareceu.
O companheiro esperou cerca de 20 minutos para que ele emergisse, depois continuou a busca abaixo, alertando as demais equipes.
Pesquise e encontre ação
Após o desaparecimento, foi acionada uma operação com a participação de Corpo Geral de Bombeiros Voluntários do PeruAgentes Dinos, agentes de trânsito, delegacia local.
No sábado, 21 de fevereiro, o corpo foi encontrado na foz do rio, entre a Avenida Gambetta e a Base Naval.
Durante a emergência, as equipes coordenaram as operações em diversos pontos ao longo do canal. “Nessas ocasiões criamos uma fraternidade e a polícia não abandona a polícia”, disse o sócio da Avent.
“Ele está esperando que eu o salve”
Em meio à agonia, lembrou o colega, ele até disse ao companheiro que sentia que ainda poderia encontrá-lo.
Naquela época ele voltou ao rio para continuar sua busca, mas sem sucesso.
Patrick Hiroshi Ospina Orihuela foi bombeiro e policial e participou ativamente de operações de resgate.







