Todos os dias, milhares de pessoas enviam dinheiro dos Estados Unidos para familiares no seu país de origem e, em 2026, enfrentarão um novo custo: um imposto federal de 1% sobre certas remessas internacionais. Esta nova medida faz parte do “One Big Beautiful Bill Act”, embora possa não parecer muito. A aplicação geraria quase US$ 10 bilhões para o Departamento do Tesouro.
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Além disso, você deve saber que o novo imposto não afeta todos os métodos de envio, mas a forma como a transferência é feita é importante. Neste post contaremos todos os detalhes.
Quais métodos de envio são tributados nas remessas internacionais?
Um imposto de 1% aplica-se a dinheiro enviado em dinheiro, cheques ou ordens de pagamento através de empresas de transferência como Western Union ou MoneyGram. Um exemplo claro é: Se uma pessoa enviar US$ 500 dos EUA para o exterior, serão devidos US$ 5 adicionais em impostos federais.. Se for $ 1.000, a sobretaxa será de $ 10.
Você deve saber que esse imposto se aplica a transferências de US$ 15 ou mais e é cobrado diretamente pelos provedores de transferência, que informam trimestralmente o valor arrecadado ao Internal Revenue Service (IRS).
Quais métodos de remessa não estão sujeitos a impostos federais?
De acordo com a Seção 4475 da Lei ‘One Big Beautiful Bill’, as transferências eletrônicas são feitas por:
- Cartões de débito ou crédito.
- Contas bancárias.
- Carteiras digitais como Google Pay, Apple Pay ou Vigo Money.
- Cartões pré-pagos.
Quem paga o imposto federal sobre remessas internacionais?
Você deve ter em mente que o imposto não diferencia por status de imigração, o que significa que se aplica a cidadãos dos EUA, residentes permanentes, pessoas com visto de trabalho e imigrantes indocumentados. Portanto, estima-se que afete 49 milhões de indivíduos.



