José Edilberto Samame Blas, que atuava como gerente de gestão eleitoral do ONPE, foi preso por membros da Polícia Nacional do Peru momentos antes de apresentar sua carta de demissão ao presidente da entidade eleitoral, Piero Corveto.
No dia das eleições de 2026, no passado domingo, 12 de abril, as autoridades detiveram o assunto pelas acusações de ação manifesta, omissão, recusa ou atraso em atos operacionais.
Da mesma forma, Samame Blas teria celebrado o contrato através de empresas de referência ou exigências da empresa Servicios Generales Galaga, que assumiu a tarefa logística de distribuição de materiais eleitorais. No entanto, foi adiado e mais de 60.000 eleitores foram afetados negativamente.
O gerente do ONPE é detido dentro dos escritórios do estabelecimento PNP
A prisão do ex-funcionário do ONPE ocorreu dentro do escritório da entidade após ele apresentar sua carta de demissão ao atual titular da entidade, Piero Corveto. De referir que a Companhia Galaga teria acumulado mais de S/36 milhões em contratos com o governo; No entanto, ganhou um contrato de S/6,3 milhões com o ONPE para o processo eleitoral de 2026.
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