Médico peruano participa de estudo internacional que recomenda cirurgias invasivas contra câncer de mama

De acordo com dados de Organização Pan-Americana da Saúdecâncer de mama Afeta mais de 220.000 mulheres anualmente na América Latina. No âmbito nacional, números do Observatório Global do Câncer indicam que mais de 7 mil mulheres peruanas enfrentam esse diagnóstico a cada ano. Neste contexto, o desenvolvimento de procedimentos cirúrgicos não invasivos tornou-se uma prioridade clínica, pois afetam diretamente a recuperação pós-operatória. Neste contexto, o Dra. Leah Rebasa, OncologistaParticipar ativamente em pesquisas internacionais que prometem mudar os paradigmas atuais do tratamento cirúrgico.

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Estudo AXSANA e otimização do manejo axilar

O Pesquisa Global AXSANA Como parte da equipe de pesquisa do Dr. Da qual Rebasa participa, o objetivo central é determinar como otimizar o manejo da axila em pacientes oncológicos. O estudo busca validar a eficácia de cirurgias mais conservadoras sem comprometer as chances de recuperação. Com quatro publicações oficiais já apresentadas em dezembro de 2025, este projeto internacional integra centros de investigação europeus e mundiais, colocando o Peru como único representante da América Latina nesta rede científica.

Durante décadas, o padrão médico consistiu na dissecção axilar completa, procedimento que incluía a retirada de todos os gânglios linfáticos da região. No entanto, este método muitas vezes leva a complicações crônicas, como linfedema (inchaço do braço), dor persistente e limitações no movimento do ombro. O acúmulo de evidências sugere que se o tumor responder favoravelmente à terapia sistêmica pré-operatória, é possível uma intervenção com morbidade mínima.

Novas técnicas cirúrgicas para reduzir complicações

“Na AXSANA comparamos três técnicas. Uma delas é a biópsia do linfonodo sentinela, que envolve a remoção apenas dos primeiros gânglios onde o câncer pode se espalhar. A outra é a dissecção axilar direta, que permite marcar mais cedo o gânglio afetado e removê-lo junto com o sentinela”, explicou o especialista. Os resultados até o momento não revelam diferenças significativas na sobrevivência quando se comparam estas técnicas. Conservador com dissecção completa convencional.

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Neste estudo, a participação da Dra. Lia Rebaza não só representa um avanço na medicina peruana, mas também ressalta o papel crescente das mulheres na geração de evidências científicas. Como aponta o oncologista, as evidências mostram que a segurança oncológica pode ser mantida evitando cirurgias complexas, melhorando assim a experiência do paciente. Esta abordagem coloca as mulheres no centro da tomada de decisões médicas, priorizando a cura e preservando o seu bem-estar funcional e físico a longo prazo.

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