Os países árabes Arábia Saudita, Marrocos, Egipto, Qatar, Bahrein e Emirados Árabes Unidos decidiram juntar-se ao conselho, e a Índia quer considerar os seus pontos de vista antes de decidir sobre o convite de Trump a Modi, descobriu o ET.
Embora a reunião com os ministros dos Negócios Estrangeiros árabes tenha sido marcada semanas antes do convite de Trump à Índia para se juntar ao conselho, a questão será um ponto chave na agenda da reunião, disseram pessoas familiarizadas com os acontecimentos.
Especula-se que Modi possa viajar para Israel e estados árabes no próximo mês, e que a proposta do Conselho para a Paz estará nessa viagem.
Trump foi acompanhado por vários líderes na assinatura da Carta do Conselho de Paz em Davos, na quinta-feira. O evento contou com a presença de líderes e representantes da Argentina, Turquia, Hungria, Bulgária, Bahrein, Cazaquistão, Kosovo, Catar, Armênia, Azerbaijão, Marrocos, Paraguai e Paquistão. Sharif mencionou o primeiro-ministro do Paquistão, Shahbaz Sharif, ao lado de Trump e a presença do marechal de campo Azim Munir durante a reunião.
Trump disse que o seu Conselho de Paz “tem a oportunidade de ser um dos órgãos mais importantes alguma vez criados”, acrescentando que foi uma “grande honra” servir como seu presidente. Trump disse que o conselho trabalharia com as Nações Unidas, que ele disse ter “um enorme potencial”. Os dois órgãos juntos “poderiam ser algo muito especial para o mundo”, disse ele.






