O Judiciário realiza audiência virtual esta noite e não pode ser adiada para avaliar o pedido 9 meses de prisão preventiva Adrian Villar Chirinos, 21 anos, era investigado pela morte da atleta Lisette Marzano.
A sessão, que começou às 20h, está a cargo do 33º Juizado de Instrução Preparatória de Lima, que deverá determinar se o investigado enfrenta o processo em liberdade ou encarceramento enquanto a investigação avança.
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Defesa de Adrian Villar: Cesar Nakazaki entra no caso
Um dos acontecimentos que marcaram o julgamento foi a participação do advogado criminalista César Nakazaki Servigon, que compareceu ao lado do advogado César Enrique Pérez Escobar como defesa colegiada de Adrián Villarín.
Ambos fazem parte do escritório Sousa & Nakazaki Abogados, que assumiu a representação jurídica do jovem numa fase crucial do processo.
A presença do domínio eminente suscitou expectativas sobre o desenvolvimento de audiências e estratégias de defesa contra demandas fiscais.
Ministério Público apoia a alegação de homicídio culposo e fuga
O Ministério Público fundamenta o pedido de prisão preventiva em acusações como homicídio culposo, fuga do local do acidente e omissão de socorro.
Um dos principais argumentos apresentados pela promotoria é a queda do avião, afirmando que Villar não estava presente no local do acidente de 17 de fevereiro em San Isidro. Também é sugerido que ele foi levado sob custódia após o término do período de busca inicial.
Atualmente, o investigado permanece sob custódia policial após 72 horas de prisão preventiva.
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Parentes de Lisette Marzano exigem justiça
Enquanto a defesa busca anular a medida cautelar, os familiares da vítima exigem justiça rápida. Conforme mencionado na audiência, todas as acusações contra o jovem podem acarretar pena de prisão de até 8 anos, se comprovadas.
A decisão do tribunal será crucial para o desenvolvimento do processo criminal e da situação jurídica de Adrian Villar nas próximas semanas.







