Ela venceu a leucemia aos 18 anos: a história de Fabiana após três anos de quimioterapia e esperança

Um simples procedimento odontológico pode mudar completamente uma vida Fabiana NoemiUma jovem do Cercado de Lima, hoje, aos 18 anos, passou por uma dura batalha contra a leucemia e olha para o futuro. Sua história fala não só de doença, mas também de resiliência, família e novos começos.

Leia também: San Isidro: Ônibus ilegal “decola” para escapar após intervenção da polícia de trânsito

Como tudo começou para Fabiana Naomi?

Fabiana nunca pensou que uma visita ao dentista seria o início de algo mais sério. “Tudo começou antes do Ano Novo, onde fizeram um tratamento de canal em um dente do siso. Depois desse procedimento, meu rosto começou a inchar naquela região”, disse a jovem, que terá apenas 15 anos quando tudo começar, em 2022.

Não foi apenas inflamação. Pouco depois, Fabiana sofreu duas crises convulsivas que a obrigaram a ser levada às pressas para o hospital Loisa. Após vários exames, os médicos confirmaram que algo sério estava acontecendo. Finalmente, no Instituto Nacional de Saúde Infantil de San Borja, ele recebeu o diagnóstico que mudou sua vida: Leucemia promielocítica aguda.

A partir desse momento, sua rotina passou a ser a de uma típica adolescente e passou a ser marcada por internações, tratamentos e explosões emocionais.

Saber mais: Feriado 30 de agosto: horário do Metropolitano, corredores complementares e muito mais, segundo ATU

Três anos de intensa batalha contra a leucemia

O processo não foi fácil. Fabiana iniciou seu exigente tratamento com quimioterapia, aspirados de medula óssea e constantes exames médicos. Cada sessão significa que ele enfrenta efeitos colaterais debilitantes.

Náusea, fadiga extrema e incerteza às vezes pareciam uma subida difícil. “Eu disse muitas vezes ao meu pai: ‘Pai, não consigo’, mas ele e toda a minha família estavam lá me dizendo: ‘Você consegue, filha, não vai demorar’”, lembra ela.

A jovem mora com o pai afastado e familiares. “Lembro-me de meu pai me contar que na véspera de Ano Novo, quando foram diagnosticados, fizeram uma corrente de oração por mim”, comentou.

Com o tempo, Fabiana aprendeu a reconhecer os sinais de alerta e a importância de não abandonar o tratamento. “É uma tarefa difícil, mas não impossível de superar”, reflete hoje com calma.

Força da família durante o tratamento

Além da medicação, Fabiana encontrou apoio em pequenos gestos diários. Caminhadas curtas, conversas, risadas e companheirismo fizeram parte de sua recuperação emocional.

“Eles sempre me fizeram rir e me acompanharam em cada passo do caminho”, lembra ele. Sua família transformou dias difíceis em espaços de apoio, ajudando-a a não perder a esperança quando o esgotamento físico e mental estava no auge.

O apoio dos profissionais de saúde também foi importante no seu processo, fornecendo orientações e apoio em todas as fases da doença.

O que simboliza o toque do sino da vitória?

Após três anos de tratamento, Fabiana viveu um dos momentos mais esperados: ser tocada Sino da vitória No INSN San Borja, um ato que representa o fim de uma fase médica e o início de uma nova vida.

“Muito feliz, emocionada. Lembrei de tudo que vivi, de tudo que vivi”, disse a jovem ao final do tratamento. Para ela, aquele som marcou não só o fim da quimioterapia, mas também o início de novos sonhos.

Um novo começo depois de vencer a leucemia

Hoje, Fabiana Naomi espera por isso. Seu primeiro objetivo é se preparar para a admissão Universidade Federico Villarreal e estudar psicologia, carreira nascida de sua experiência hospitalar.

“Surgiu quando eu estava no hospital porque muitos psicólogos vieram conversar comigo e me aconselhar. Gostei da maneira como eles se expressavam e como ajudavam as pessoas. Queria fazer parte dessa ajuda”, diz.

Além disso, ele sonha em viajar, conhecer a Coreia do Sul e assistir a um show de sua banda favorita, BTS.

A mensagem de Fabiana para outros jovens em tratamento

A partir de sua própria experiência, Fabiana deixa uma mensagem para quem passa por doenças oncológicas:

“Eles não perdem a fé em Deus, continuam lutando, não desistem, comem bem e, acima de tudo, não perdem a fé”.

Sua história reflete como um diagnóstico inesperado pode transformar uma vida e como o companheirismo, a perseverança e o apoio familiar abrem caminho para novas oportunidades após as adversidades.

Link da fonte

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui