O panorama das telecomunicações do canto sul deu uma viragem histórica esta terça-feira. Telefónica anunciou oficialmente sua saída do Chile Após fechar acordo de venda com as empresas Millicom (dona da marca Tigo) e NJJ Holding Company. O negócio, que estava em andamento há anos como parte da estratégia de desinvestimento da empresa espanhola na região, foi fechado de uma só vez. 1.365 milhões de dólares.
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Qual empresa vai comprar?
A aquisição está estruturada por meio de uma joint venture, onde o Grupo NJJ terá controle majoritário. 51% de participaçãoMillicom manterá 49% permanecem. Este movimento estratégico não só marca o fim de uma era para a marca Movistar no território chileno, mas também apresenta novos players com ambições globais a um dos mercados mais competitivos e desenvolvidos da América do Sul.
Em termos de fluxo de caixa, a Telefónica receberá uma distribuição inicial garantida 1.215 milhões de dólares. No entanto, o contrato estipula um bônus adicional 150 milhões de dólares americanos Sujeito a “determinados eventos de mercado”, isto aumenta o valor potencial da atividade. Os lucros representam um alívio financeiro para a empresa-mãe espanhola, uma vez que procura concentrar recursos em mercados mais rentáveis e reduzir a dívida global.
Tigo pode sustentar toda a empresa
Uma cláusula de saída futura é um detalhe importante do acordo de acionistas. Divulgou que a Millicom tem opção de compra para adquirir as ações da NJJ uma vez no quinto e sexto anos após o fechamento da venda. Isto sugere que, a médio prazo, a empresa resultante poderá assumir o controlo total da Tigo, consolidando a sua presença no Pacífico.
Em declaração de despedida, Alfonso Gómez, CEO da Telefónica Hispam, destacou o legado que a empresa deixa após décadas de operação. O executivo destacou que o Chile é reconhecido internacionalmente como líder na implantação Fibra ópticaDurante sua gestão, conseguiu um trabalho conjunto entre os setores público e privado.
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Telefónica envia uma mensagem forte aos seus clientes
Para os usuários e para o mercado, a saída não é um retrocesso técnico. Segundo a empresa cessante, a infraestrutura que irão fornecer aos novos proprietários é “robusta e moderna”, desenhada para suportar a crescente procura de dados e o desenvolvimento de tecnologias de nova geração. A plataforma está pronta para que Millicom e NJJ continuem a expansão digital de forma já unificada.
Com esta venda, a Telefónica dá um passo decisivo no seu plano de reestruturação na América Latina, concentrando-se agora em mercados como o Brasil e a Europa. Entretanto, o Chile prepara-se para uma nova fase de competição, onde os novos proprietários liderarão a inovação nos serviços móveis e fixos para reter os milhões de clientes deixados para trás pela operadora espanhola.







