Confirmado | Este é o bairro de Lima que está afundando há 10 anos e revelam o que acontecerá com milhares de seus moradores

Lima enfrenta um desafio geológico que vai além do seu vertiginoso crescimento urbano: subsidência de terras ou afundamento gradual. Um relatório recente da Universidade Tecnológica de Nanyang (NTU) de Singapura soou o alarme ao registrar um Uma diminuição significativa do nível do solo em certas áreas da capital peruana. Este processo, embora invisível a olho nu, poderá pôr em perigo as infra-estruturas urbanas e a segurança de milhares de cidadãos se não forem tomadas medidas preventivas a longo prazo.

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Quais bairros estão submersos em Lima?

Os distritos de Ancon e Carabello foram identificados como as áreas mais vulneráveis ​​da região. Angkor, um ponto histórico e de pesca que constitui a base da economia local, lidera as estatísticas, afundando 2,4 cm por ano continuamente durante mais de uma década. Carabailo, por outro lado, apresenta uma situação estranha porque, embora não seja um distrito costeiro, apresenta sinais de um tipo semelhante de declínio na solidez do seu território.

A investigação, que utilizou tecnologia avançada de satélite para monitorar a cidade entre 2014 e 2020, confirmou que o fenômeno não é uniforme em toda a metrópole. Dados publicados em revista de renome Sustentabilidade naturalSaliente que a taxa de subsidência atinge números alarmantes no canto norte. Esta evidência científica coloca Lima numa lista crítica de cidades globais que perderam a batalha contra a instabilidade do solo.

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Qual é a razão do declínio destes distritos?

Especialistas como o geólogo Willem Veev, da Pontifícia Universidade Católica do Peru (PUCP), sugerem que o fenômeno está intrinsecamente ligado à atividade tectônica. Localizada na zona de interação entre as placas de Nazca e Sul-Americana, a costa peruana está sujeita a deslocamentos de falhas que alteram a topografia local. Contudo, a geografia por si só não é responsável; A intervenção humana desempenha um papel crucial na aceleração deste processo.

Uma das externalidades mais críticas é a extracção excessiva de água dos aquíferos subterrâneos. Quando os reservatórios de água que sustentam naturalmente as camadas da terra se esgotam, o solo compacta-se e cede ao peso da superfície. Os investigadores sublinham a necessidade urgente de controlar o uso da água nestas áreas para evitar que a deformação do solo atinja níveis catastróficos para habitação e serviços básicos.

O solo de Lima ainda permite sustentar a infraestrutura de uma grande cidade

Apesar do panorama preocupante, os especialistas da PUCP afirmam que o solo de Lima possui características que lhe permitem suportar a infraestrutura de uma grande cidade. Contudo, a experiência internacional sugere que a prevenção é a única forma de mitigar maiores danos. O caso de Taipei, Taiwan, serve como uma boa referência, pois conseguiram evitar o seu naufrágio através de políticas rigorosas para reduzir a extração de águas subterrâneas.

Lima não está sozinha nesta crise; Cidades como Banguecoque, Tianjin e Miami também enfrentam sérios riscos decorrentes de uma combinação de falhas tectónicas e alterações climáticas. A capital peruana enfrenta agora a oportunidade de implementar um planeamento urbano mais deliberado e técnico. Se estes avisos de satélite forem ignorados, o futuro dos residentes de Ancón e Carabello poderá ser marcado por uma cidade que afundará centímetro a centímetro sob os seus pés.

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