O que acontece quando o espaço que ajuda você a curar começa a criar confusão, dependência emocional ou medo? A psicoterapia é um caminho para o bem-estar e, em alguns casos, pode se tornar uma experiência Prejudica a autonomia pessoal e afeta a saúde emocional.
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Essas dúvidas são abordadas no novo livro de Gisella Vega, O Jogo Mental do Terapeuta, que expõe como alguns profissionais utilizam seu papel. Exercer controle sobre seus pacientes. Com base na sua própria experiência, a especialista oferece um guia para reconhecer os sinais de uma relação terapêutica prejudicial e incentivar conversas urgentes sobre ética e limites.
1. Cruzando limites pessoais ou profissionais
Um dos primeiros avisos é quando o terapeuta começa a violar os limites profissionais. Isto pode manifestar-se através de divulgação excessiva da sua vida pessoal, tentativas de contacto fora do espaço clínico ou interferências desnecessárias na sua vida quotidiana.
2. Induz dependência emocional
Outro sinal crítico é a criação de dependência emocional. Se você sente que não pode tomar decisões ou seguir em frente sem o seu terapeuta, que ele é o único que entende sua história ou que precisa constantemente da aprovação dele, você pode estar em uma dinâmica que reforça o controle em vez da autonomia. Um processo de cura saudável ajuda você a ficar mais forte, não mais fraco.
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3. Minimize seus sentimentos ou invalide sua percepção
Frases como “Não foi assim”, “Você está exagerando” ou “Você não entende muito bem” são exemplos de invalidação emocional. Segundo Vega, esses comentários não apenas deslegitimam o que você sente, mas também podem usar sua vulnerabilidade como ferramenta de manipulação. Um terapeuta ético acompanha, não anula.
4. Use sua autoridade para justificar comportamento inadequado
Alguns terapeutas podem usar expressões como “é para o seu próprio bem” ou “apenas confie no meu método” para justificar comportamentos desconfortáveis. Se essas expressões forem usadas para impor decisões ou ultrapassar limites sem o seu consentimento, você estará lidando com uma prática antiética. A terapia nunca deve parecer uma imposição ou comando.
5. Faz você sentir medo, culpa ou confusão constante
O escritório deve ser um local de segurança emocional. Se você se sentir culpado, ansioso, oprimido ou com medo de decepcionar seu terapeuta após cada sessão, é importante parar e avaliar a dinâmica.
“O reconhecimento oportuno desses sinais pode impedir que a terapia se torne uma ferramenta de submissão emocional”, enfatiza Gisella Vega, que tenta desacreditar a personalidade idealizada da psicoterapeuta em seu livro.







