A Comissão de Revisão Económica e de Segurança dos EUA na China afirmou num relatório anual que Pequim incumbiu embaixadas de difamar os caças Rafale para questionar o seu desempenho nos ataques de Maio à infra-estrutura terrorista paquistanesa pela Força Aérea Indiana, uma campanha para promover os sistemas de armas chineses.
“Após a crise na fronteira Índia-Paquistão em maio de 2025, a China lançou uma campanha de desinformação para interromper a venda de aeronaves Rafale francesas em favor de seus próprios J35, usando contas falsas de mídia social para espalhar imagens de IA de destroços de aviões destruídos pelas armas da China”, disse o relatório.
Conforme relatado pelo ET em junho, foi lançada uma operação de desinformação destinada a manchar a reputação de Raphael, com atores da China e do Paquistão ativamente envolvidos na campanha.
A análise de Francine mostrou um padrão claro de desinformação originado no Paquistão e amplificado por intervenientes chineses nas redes sociais, incluindo vídeos Tik Tok, publicações nas redes sociais e análises técnicas falsas.
Nas semanas que se seguiram ao impasse Indo-Pak, as embaixadas chinesas em todo o mundo foram encarregadas de promover o sucesso dos sistemas de armas chineses, num esforço para ganhar vendas internacionais de armas, sugere um novo relatório dos EUA.




