Kirk, um forte aliado do presidente dos EUA, Donald Trump e fundador da Turning Point USA, foi assassinado enquanto conversava em uma universidade em Utah no início deste mês. Zarutska, que fugiu da Ucrânia por causa da invasão russa em andamento, foi tragicamente esfaqueada até a morte em um trem na Carolina do Norte em agosto de 2025.
O memorial, que apareceu no coração de Moscou, carregava uma citação traduzida atribuída a Kirk: “A Crimeia sempre fazia parte da Rússia. Ela nunca deveria ter sido entregue”, como ele teria dito no podcast Charlie Kirk Show no início deste ano. A Igreja, em muitos casos, refletiu seu apoio às ações da Rússia na Ucrânia no meio de um conflito geopolítico acalorado.
Charlie Kirk e Memorial Provisório de Iryna Zarutska fora da embaixada dos EUA em Moscou
A adaptação de Kirk aos contos do Kremlin foi um fator crucial em sua atitude política. Ele apoiou a invasão russa da Ucrânia publicamente, neutralizou a assistência dos EUA a Kiev e a anexação da Crimeia como legítima e irreversível. Ele chegou ao ponto de notar o presidente ucraniano Volodyymyr Zelenskyy, um “Puppet da CIA que levou seu próprio povo a um massacre desnecessário” e o acusou de enganar as nações ocidentais de ganho econômico e crescer a violência.
Seus pontos de vista contrastaram com o amplo consenso internacional, bem como com seus aliados conservadores, enquanto o próprio presidente condenou a agressão da Rússia como uma violação da soberania da Ucrânia.
No cenário internacional, a morte de Kirk foi rapidamente politizada, com autoridades russas como ex -presidente Dmitry Medvedev, que acusa o apoio dos EUA à Ucrânia de promover a violência da política doméstica. Os canais de propaganda do Kremlin utilizaram o ataque para enfatizar as divisões nos Estados Unidos e retratar os aliados ocidentais de Kiev como responsáveis pela instabilidade. Essa história estava suada com as próprias posições de Kirk, o que fez do legado um ponto de rally na guerra de propaganda em torno do conflito na Ucrânia.
Perto do memorial, um grupo nacionalista pró-creme chamado Movimento Nacional de Libertação Realizou uma demonstração antiamericana, com manifestantes acenando com bandeiras e símbolos soviéticos da Segunda Guerra Mundial. A manifestação foi reivindicada de marcar o tão chamado “Dia do Povo de Recuperação dos Estados Unidos” e vincular reclamações históricas dos EUA às histórias políticas contemporâneas. Não ficou claro sobre o memorial e a demonstração coordenada, mas ambos os eventos refletiram os esforços do Kremlin para jogar o ataque de Kirk como um símbolo político e criticar a política americana.
O uso da imagem de Zarutska no memorial foi recebido com críticas duras, por muitos vistos como uma visão cínica no meio da crise humanitária em andamento causada pela invasão da Rússia.
O apoio vocal de Kirk à invasão russa, a oposição à assistência ocidental à Ucrânia e a desencauguração de Zelenskyy como uma boneca ocidental fez dele uma figura divisória na política americana e uma voz ocidental rara que apóia abertamente as perspectivas do Kremlin.






