A revelação é o mais recente sinal de uma apresentação conturbada do caso perante um grande júri por um procurador americano experiente e nomeado às pressas, nomeado há dias pelo presidente Donald Trump, segundo a agência de notícias AP. A CNN relata que o juiz Michael Nachmanoff ordenou que o Departamento de Justiça respondesse até as 17h (horário do leste dos EUA) desta noite às revelações da procuradora interina dos EUA, Lindsey Halligan, de que as acusações que Comey agora enfrenta não foram submetidas à aprovação de um grande júri completo.
Halligan, o procurador interino dos EUA encarregado do caso, disse, sob interrogatório, que apenas o presidente do grande júri e o segundo grande júri estavam presentes quando a acusação foi devolvida.
Comey se declarou inocente das acusações de fazer declarações falsas e obstruir o Congresso e negou qualquer irregularidade. O Departamento de Justiça negou que a acusação fosse retaliatória ou seletiva e argumentou que as alegações apoiavam a acusação.
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Trump demitiu Comey do cargo de diretor do FBI em maio de 2017, enquanto Comey supervisionava a investigação do FBI sobre possíveis laços entre a Rússia e a campanha de Trump em 2016. Os dois têm estado publicamente em desacordo desde então, com Trump a ridicularizar Comey como um “nojento fraco e mentiroso” e a apelar à sua acusação. Preocupações sobre o processo foram levantadas no início desta semana. Quando outro juiz do caso afirmou que não havia nenhum documento na transcrição, ele revisou.





