O caso de Adrián Villar Chirinosin, que investigou o acidente que causou a morte da atleta Lisette Marzano Noguera em 17 de fevereiro de 2026 em San Isidro, continua a ter implicações públicas. À medida que o processo judicial continua e a responsabilidade criminal é debatida, também surgem publicações analisando seu ambiente familiar, relações comerciais e conexões políticas.
Artigo publicado pelo portal independente Mataperrea expõe uma série de relações familiares e sociais do jovem, que são alvo de discussão nas redes sociais e espaços digitais.
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Relações familiares e empresariais
Segundo a publicação, a mãe do investigado é Marcela Chirinos Ayala, que trabalha desde 2009 no grupo Grana y Montero, hoje Enza. Atualmente trabalha como Gerente de Controle e Processos na Unna Transportes (antiga Concar S.A), empresa ligada à empresa citada nas investigações Lava Jato e Clube da Construção.
O texto indica ainda que Adrian Villar é genro de Milagros Chirinos Ayala, diretor executivo da área de comunicações do JPMorgan Chase nos Estados Unidos. Da mesma forma, menciona que Milagros Chirinos e Mauricio Chirinos divulgaram fotos com Alfredo Ferrero Diaz Canseco, ex-embaixador do Peru nos Estados Unidos.
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Relacionamento com figuras políticas
A árvore genealógica revelada na publicação indicava que Villar seriam primos de terceiro grau de Rafael López Aliga Cazorla, ex-prefeito de Lima e líder da Renovação Popular, pois seu avô seria primo do político.
Ele também é mencionado como tendo um relacionamento distante com a deputada e candidata ao Senado pela Renovação Popular, Patricia Chirinos Venegas. Na mesma linha, menciona-se Enrique Chirinos Soto, pai do parlamentar, que escreveu um livro com Guido Chirinos Lizaras, avô do investigado.
O texto acrescenta que Guido Chirinos Cazorla foi diretor de imprensa da Embaixada dos Estados Unidos no Peru entre 1991 e 2001.
Ambiente pessoal e relações profissionais
Villar era sócia de Francesca Montenegro de Negri, filha do advogado Juan Montenegro Bacigalupi, que concorreu a vice-reitor da Ordem dos Advogados de Lima em 2024-2025, e apareceu como elo na empresa Handerica La Gardillo com Jorge Rioja Vallejos. Setor de comércio exterior.
Relativamente à atual defesa jurídica, salienta-se que a mesma está a cargo do advogado Cesar Nakasaki, membro do escritório Sousa & Nakasaki Abogados, sócio de Rolando Sousa, ex-deputado federal e membro da equipa técnica de Rafael Lopez Aliga.
Processos judiciais estão em andamento
Embora estes factores façam parte do debate público, o processo judicial contra Adrian Villar continua em contextos relacionados. O Ministério Público está investigando os supostos crimes relacionados ao acidente de fevereiro, e as responsabilidades legais e sanções serão determinadas pelo judiciário.







