Kim Keon Hee, esposa do ex -presidente sul -coreano Yoon Suk Yeol, conheceu o julgamento em 24 de setembro por uma série de reivindicações sérias, incluindo manipulação de ações. Este julgamento histórico é as primeiras notas na história sul -coreana de que um casal presidencial foi submetido a casos criminais ao mesmo tempo. O foco de especialistas jurídicos sugere que Kim e seu marido podem ser potencialmente questionados sobre o envolvimento deles no trabalho de balançar escolhas parlamentares.
No Tribunal Distrital Central de Seul, no sul de Seul, Kim fez sua primeira apresentação pública desde sua prisão em agosto, doando um caso negro enquanto estava se preparando para abordar as acusações contra ela. O estudo faz parte de uma pesquisa de corrupção mais ampla e inclui várias acusações além da manipulação de ações. Isso também inclui violações das regras de coleta política, onde Kim supostamente solicitou a um corretor que realizasse pesquisas não pagas, além de aceitar subornos associados à Igreja da Unificação da Coréia do Sul.
Para as forças armadas, o advogado de Kim consertou todas as reivindicações e afirmou que nenhuma evidência específica foi fornecida para fundamentar os requisitos contra ela.
Um dos aspectos mais sensacionais dos testes se concentra em torno do “escândalo da bolsa Dior”. Os relatórios indicam que Kim aceitou uma bolsa cara de um pastor da igreja, um incidente em câmeras ocultas que rapidamente ganharam notificação durante a presidência de seu marido. Em relação a isso, ele foi preso na igreja, chefe da igreja, para orquestrar o suborno para garantir serviços políticos para Kim.
Além disso, os casos complicam, o ex -presidente Yoon atualmente revisa o julgamento e está enfrentando reivindicações relacionadas a suas tentativas de declarar a Lei de Guerra no meio da turbulência política subsequente. Quando as negociações legais ocorrem, os holofotes permanecem sobre como esses casos entrelaçados afetarão Kim Keon Hee e a herança política de Yoon Suk Yeol.





