A recente decisão dos EUA de atrair a certificação da Colômbia em anti -Drugkamp gerou um intenso debate político no país.
Neste ambiente, O Presidente André Pastrana alertou sobre o que ele considera uma estratégia consciente para o atual governo enfraquecer as forças armadasapontou que a reação do Presidente Gustavo Petro às medidas dos EUA revela uma política destinada a esse objetivo.
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Segunda -feira, 15 de setembro, Estados Unidosargumenta que o governo de Gustavo Petro não cumpriu os acordos anti -narcóticos estabelecidos entre os dois países. Esta decisão marca uma quebra em uma lista de décadas de colaboração bilateral contra o tráfico de drogas.
O presidente dos EUA, Donald Trump, criticou o Open Petro, enquanto o secretário de Estado Marco Rubio o descreveu como “irregular” e disse que não foi “um bom parceiro” na luta contra os cartéis de drogasConforme relatado pelo Ministério das Relações Exteriores.

Em uma entrevista ao programa Noite De NTN24, Andrés Pastrana, que governou a Colômbia entre 1998 e 2002, lembrou -se da criação do Plano Colômbia como um acordo bilateral com os Estados Unidos que visam fortalecer as forças armadas e reduzir as culturas de cocaína.
Ex -presidente enfatizou a importância deste programa afirmando: “Do plano Colômbia, o Acordo de Livre Comércio (TLC) saiu com os Estados Unidos, então essa foi uma política abrangente, e é por isso que afirmo que a Colômbia precisa de um plano Colômbia 2.0, que retornaremos ao plano Colômbia”De acordo com suas declarações.







