O caso envolvendo Adrian Villar, que era investigado por agredir atleta Lizeth MarzanoAs respostas continuam a gerar. Desta vez, O Faculdade Química Farmacêutica do Peru A decisão de se manifestar surge após recentes declarações de advogados criminais Jefferson Moreno Nieves S César Nakazaki Servigon.
Dosagem de etilo pronunciada na Clínica Adrian Villar, Faculdade de Química Farmacêutica
Em momentos distintos, os dois advogados envolvidos no caso do jovem argumentaram que Villar havia se submetido ao teste do bafômetro. Clínica São Felipe. Porém, como já mencionado Polícia Nacional do PeruEste procedimento, quando parte de uma investigação criminal, deve ser realizado de acordo com um protocolo específico e com o envolvimento de agentes autorizados de acordo com a regulamentação em vigor.
Perante a polémica mediática, o sindicato profissional emitiu um comunicado no qual recordou o quadro jurídico que rege este tipo de laudos periciais. No documento, o escritório indica que, de acordo com o artigo 29, parágrafo 6º do DSN° 026-2017-IN – Regulamento da Lei da Polícia Nacional do Peru -, a competência para formar peritos químicos e tóxicos e para realizar dosagens de etila com valor legal aplica-se apenas a profissionais com valor legal.
Declaração da Faculdade de Química Farmacêutica sobre Adrian Villar. Foto: X
Dessa forma, a declaração foi enfática em um ponto importante: qualquer laudo fora desse quadro, como o realizado em clínicas privadas sem intenção pericial, não pode ser considerado uma perícia oficial dentro de um processo criminal. Segundo o comunicado, estes documentos limitam-se a laudos clínicos e não têm valor probatório judicial.
“Apelamos à opinião pública e aos operadores da justiça para que compreendam que as análises realizadas em clínica privada ou laboratório clínico privado não têm validade pericial em processo penal. A perícia toxicológica exige adesão irrestrita à cadeia de custódia e à metodologia forense.
Com esta mensagem, a Faculdade Químico-Farmacêutica Peruana procurou esclarecer a diferença entre um exame clínico e uma perícia jurídica, em meio a um caso que continua a gerar debate público e atenção da mídia.







