Oxford pode invocar o espírito de 1986 na batalha contra o rebaixamento

Há quarenta anos, o Oxford United alcançou o impensável e venceu a Milk Cup (o que hoje chamamos de Carabao Cup).

Jim Smith, o técnico que os levou à primeira divisão, estava sentado no banco de reservas da oposição em Wembley naquele dia e só pôde assistir, incrédulo, enquanto seu olheiro-chefe, Maurice Evans, inspirava uma masterclass no ‘azarão’ para derrotar seus favoritos do QPR e erguer o troféu.

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Naquela mesma temporada, Evans manteve os U’s na Primeira Divisão contra todas as probabilidades.

Por que menciono isso depois de assistir Oxford vencer o Watford no sábado?

Porque realmente senti que o espírito de 86 se reacendeu no time e na torcida naquela partida no Estádio Kassam.

Bandeiras amarelas agitavam-se como uma convenção de semáforo e os aplausos eram tão altos como se viessem não de três, mas de estádios de seis lados.

Enquanto isso, em campo, a equipe de Matt Bloomfield perseguiu todas as bolas e o Watford não desistiu, apesar de parecer que poderia marcar no final do segundo tempo.

Você sabe que fez um bom trabalho quando os torcedores adversários vaiam seus jogadores para fora do campo no final.

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O Oxford United deveria ter somado mais pontos nos últimos jogos, embora ainda tenha conseguido escapar bem.

Se a equipe de Maurice Evans de 1986 não acreditasse, teria caído na copa e na liga, mas nunca deixou de acreditar e nos últimos jogos o United luta para repetir o espírito de 1986 em 2026.

Este é o melhor ativo que o clube tem neste momento.

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