San Siro, uma grande partida entre Milão e Napoli: Rossoneri vence por 2-1 no primeiro título conflito da temporada.

Mas mais do que o resultado, o caso Kevin de Bruyne faz manchetes. A estrela belga, mais uma vez substituída por Antonio Conte, reagiu com raiva óbvia.

A resposta do treinador à conferência de imprensa foi apenas suave.

Aos 60 minutos, De Bruyne reabriu a partida girando calmamente a frase por 2-1.

Ele parecia pronto para levar sua equipe a um retorno, mas doze minutos depois Conte o chamou de volta ao banco, trazendo para o Elmas. Uma escolha impressionante, especialmente com Milão até dez homens.

Enquanto Hojlund e McTominay aceitaram calmamente a substituição, De Bruyne não. O belga parecia furioso, murmurou algumas palavras sob a respiração e voltou ao banco, evitando o contexto. O ex -capitão da cidade não ficou bem: mais uma vez, ele não terminou a partida em campo.

A frase que ele observou foi o único foco real de outra luta chata.

Alguns passes brilhantes, mas também muitos erros e um duelo pessoal que perdeu contra Luka Modric, o verdadeiro mestre do campo médio de Rossoneri.

Depois de Cagliari e Fiorentina, De Bruyne também não viu os noventa minutos completos contra o Milão.

Na Liga dos Campeões, ele piorou: apenas 26 minutos no estádio Etihad, “sua casa” por dez anos, antes de ser compulsoriamente enviado por Conte após a expulsão de Di Lorenzo.

Na conferência de imprensa, o treinador de Napoli não deixou espaço para dúvidas:

“Espero que ele estivesse zangado com o resultado. Se, em vez disso, ele estava chateado com outra coisa, encontrou a pessoa errada”.

Um aviso claro e imediato para sua estrela.

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