O aviso orienta o Telegram a retirar do ar canais que distribuem conteúdo pirata como parte dos esforços do governo para proteger a economia criativa, a indústria cinematográfica, as emissoras, as plataformas OTT, os produtores e os distribuidores da Índia.
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O Telegram tem estado sob constante escrutínio regulatório na Índia nos últimos meses. Separadamente, o Ministério de Eletrônica e Tecnologia da Informação (MeitY) emitiu avisos ao Telegram e Signal em 2 de julho, pedindo às plataformas que explicassem dentro de três dias como estão lidando com fraudes e falsificações relacionadas a nomes de usuário que permitem aos usuários se comunicarem sem compartilhar números de telefone.
Os avisos seguiram uma diretriz semelhante ao WhatsApp, de propriedade da Meta, em 1º de julho, pedindo ao governo que parasse de divulgar seu nome de usuário até que as consultas fossem concluídas de forma satisfatória para o governo. Na última atualização, nem o Telegram nem o Signal responderam oficialmente.
Esta não é a primeira vez que o Telegram enfrenta o escrutínio regulatório na Índia nas últimas semanas. O recurso de edição de mensagens da plataforma foi desativado para usuários indianos em 16 de junho, após um aviso de emergência da Agência Nacional de Testes (NTA) sob a Seção 69A da Lei de TI devido a preocupações com informações incorretas no ciclo de reexame do NEET-UG.
O Supremo Tribunal de Delhi manteve a proibição em 23 de junho, e a função de edição foi restaurada apenas em 30 de junho, depois que a proibição obrigatória expirou.



