Depois de grande parte da produção de Há algo láconflito entre Thomas Rebord e canal de streaming O liquidificador adicionou um novo capítulo. O motorista revelou que recebeu uma notificação judicial apresentando-o no topo do seu programa, embora não tenha os meios técnicos para o fazer.
O comunicador confirmou que tentou cumprir esta obrigação na véspera e que as condições para entrar no ar não foram garantidas devido a despedimentos na empresa. Através de um amplo comunicado, Reborde explicou através das redes sociais que compareceu no domingo a um notário para receber a situação.
“Blender me intimou para comparecer para tornar o programa como era conhecido anteriormente Há algo lá hoje Ontem fomos, com uma secretária, e descobrimos que Não havia câmeras, nem som, nem pessoal para ir ao ar, como diz o CD (carta documental) que enviei”, explicou primeiro.
O motorista então culpou O liquidificador por causa da situação: “Esses são os problemas que costumam aparecer da noite para o dia quando você demite todos os funcionários (basicamente você não consegue fazer o programa)”.
Reborde esclareceu ainda que neste momento se encontra de férias e, segundo afirmou, o prazo foi acertado com a empresa há alguns meses. No entanto, garantiu que está pronto a cooperar para a entrega do ciclo. “Embora ainda esteja de férias secretas (expressamente acordadas desde março), esclareço publicamente que não tenho qualquer problema em descolar à distância hoje às 21h00”, avisou ontem. Esta opção, segundo afirmou, já estava prevista para situações excecionais, pelo que se mostrou preparado para isso e acrescentou que seria “como um gesto de boa fé pelos momentos difíceis que atravessam enquanto comunicação social”.
Reborde pediu ao canal que o contatasse para coordenar a transmissão e usou a ironia ao se referir aos problemas técnicos registrados em outra transmissão do sinal: “Espero que a equipe técnica e os produtores designados para isso entrem em contato comigo. Espero que até lá consigam resolver os problemas de som que Mauro Szeta está tendo”.
O advogado também encerrou o comunicado com uma nota: “Farei um especial sobre a província de Misiones, seu esquema produtivo e sistema de financiamento. A menção a Misiones seria uma sugestão da província de origem do proprietário Augusto Marini O liquidificador sim proprietário do canal de streaming Porra.
Quando a polêmica começou?
A polêmica sobre as demissões começou dias atrás, depois que a empresa se separou de parte de seu pessoal técnico e de produção, uma medida que causou desaprovação generalizada entre os motoristas e criou tensão dentro do canal.
A situação se tornou pública durante uma transmissão ao vivo Última notaQuando Fiorella Sargenti interrompeu a transmissão para explicar o que estava acontecendo por trás das câmeras. “Não podemos continuar a fazer o programa assim, há guardas lá fora. Suponho que amanhã não nos verão, mas não podemos, porque se tocares num, toca-nos a todos, é assim que funciona a solidariedade”, disse momentos antes de a transmissão ser interrompida. Depois disso, Reborde pediu que a placa explicasse sobre as demissões por meio de um vídeo que compartilhou nas redes sociais.
Longe de pôr fim à polémica, reiterou Reborde. “48 horas se passaram desde então O liquidificador impede que isso aconteça Tem algo aí” e então ele brincou sobre o que aconteceu e o que poderia abordar nas mensagens.




