Se há alguém responsável por manter viva a memória de Diego Armando Maradona, é Claudia Villafañe. No dia da partida Copa do Mundo de 2026Ele decidiu fazer uma homenagem sincera aos campeões da Copa do Mundo de 1986 e surpreendeu a todos ao fazê-lo pela TV. O camisa 10 vestiu a camisa na final histórica contra a Alemanha 29 de junho de 1986 no Estádio Azteca, na Cidade do México.
No mês em que se comemoram os 40 anos da segunda Copa do Mundo vencida pela Argentina, Claudia Villafañe decidiu homenagear os campeões. “Vamos nos trazer muita sorte nesta Copa do Mundo”ele disse no ar Cozinha rebelde (eltrece) enquanto exibia a camisa 10 usada por Maradona, que guardou por quatro décadas. “Em 1994, colocavam sobrenome nas camisas”, lembrou.
Na gola, a camisa tinha uma pequena placa branca escrita à mão que dizia “M-082”. “Esta é a caligrafia da minha mãe. Ela e meu pai me ajudaram a coletá-los.”ele explicou. É um código de um banco de dados que ele criou, onde determinou onde Maradona vestiu cada camisa. Ele ainda disse que havia escrito a data do jogo nas jaquetas, mas ela foi apagada com o passar dos anos.
Ele também revelou Qual foi sua experiência com a Copa do Mundo no México?. Enquanto ele, a mãe e as irmãs de Maradona viajavam para a Espanha, tanto o pai quanto o pai do então marido foram à Copa do Mundo. “Eu o vi no primeiro jogo na casa da mãe e, se alguém tocasse a campainha e ele não estivesse no primeiro jogo, ele não entrava no segundo jogo, tinha que voltar para casa. Vimos ele em um lugar pequeno no primeiro andar, com TV e poltronas, mas sentado no chão”, lembrou.
Há poucos dias, no mesmo programa, Villafañe falou sobre como viveu a Copa do Mundo de 1990, mais precisamente a semifinal entre Argentina e Itália que assistiu com as filhas em casa, em Nápoles. Para sua segurança, Diego preferiu não ir a campo. “Estávamos no segundo andar e no térreo morava Ciro Ferrara, ele era jogador da seleção italiana que jogou com Diego no Napoli. Eu costumava ir à garagem nas prisões. Andei todo o caminho com os ouvidos tapados“Ele disse. O engraçado é que ele nem sabia dizer se havia gritos de alegria, o que significava que a seleção italiana havia ido para a final, ou de tristeza.
Mas então ouviu alguém gritando seu nome: “Foi a Paula, mulher do Ciro, quem me disse: ‘Vá celebrar a morte da Argentina’. Saí correndo, abracei ele, claro, e subi, para minha casa, e as meninas, minha mãe, meus primos e todos nós fomos para o campo”, disse. Porém, quando ele chegou, a pessoa que permitia que ele entrasse com o carro todos os domingos se recusou a deixá-lo entrar: “Todos ficamos de fora”. Embora ele tenha insistido que os napolitanos estavam torcendo pela Argentina na época, talvez a atitude deles tivesse algo a ver com a eliminação da Itália da Copa do Mundo.





