KANSAS CITY, Estados Unidos da América (Especial Mendalari).- As primeiras camisas azuis claras e brancas já começaram a aparecer do lado de fora do Stella Hotel. Alguns torcedores aguardam uma foto, outros para ver os jogadores passarem, antes do amistoso deste sábado contra Honduras, no Kyle Field. No interior, porém, o clima é diferente. A notícia sobre Leonardo Balerdi deixou um sentimento difícil de esconder. O zagueiro chegou em grande momento após a Copa do Mundo e se consolidou como importante alternativa Lionel Scalonie já havia organizado a viagem de 11 familiares aos Estados Unidos. A sua ausência ainda pesa no interior e obriga os treinadores a fazê-lo pense em alternativas de substituição.
Pela terceira Copa do Mundo consecutiva, seleção terá que mudar lista originall devido a uma lesão de última hora. Em 2018, Manuel Lanzini rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho direito e foi substituído por Enzo Pérez. Em 2022, Joaquín Correa e Nicolás González ficaram afastados, ambos por problemas musculares, e foram substituídos por Thiago Almada e Ángel Correa. Desta vez, a vítima foi Leonardo Balerdi. O zagueiro do Olympique de Marseille sofreu Uma ruptura no sóleo direito durante o treino de sexta-feira e, após estudar durante a noite, foi oficialmente retirado da lista. Em todos os casos houve um denominador comum: Lionel Scaloni. Primeiro como membro da comissão técnica de Jorge Sampaoli e depois como treinador, o homem de Pujaoli teve de se envolver numa das situações mais incómodas que um treinador pode viver: informar a um jogador de futebol que ele não estará no time. Uma decisão dolorosa para quem recebe a notícia, mas também para quem tem que transmiti-la.




