Houve um total de 27 combinações de pai e filho na história da Copa do Mundo. Esse número continuará a crescer à medida que o torneio começar nos Estados Unidos, Canadá e México, à medida que uma nova geração de jogadores de futebol seguir os passos dos seus pais.
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Alguns vêm com o peso de sobrenomes lendários, enquanto outros buscam definir a própria identidade. De Erling Haaland e Luca Zidane a Francisco Conceição e Giuliano Simeone, estes jogadores trazem expectativas nacionais e legados familiares para o torneio.
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Sebastian Berhalter (EUA)
A jornada de Sebastian Berhalter até a Copa do Mundo reflete a de seu pai, Gregg, que representou os Estados Unidos nas Copas do Mundo de 2002 e 2006. Greg fez parte da seleção americana que chegou às quartas de final em 2002, uma das maiores atuações do país no cenário mundial.
Berhalter Jr. ingressou na seleção nacional no ano passado, vencendo o Uruguai por 5 a 1. Uma forte atuação do Vancouver Whitecaps nas ligas principais ajudou a garantir sua vaga na Copa do Mundo da seleção dos EUA.
Francisco Conceição (Portugal)
O extremo português Francisco Conceição já mostrou a sua capacidade de proporcionar os maiores momentos. Ele marcou os gols da vitória contra Portugal e República Tcheca na estreia da Euro 2024 e marcou contra a Alemanha nas semifinais da Liga das Nações da UEFA.
O seu pai, Sérgio Conceição, representou Portugal no Mundial de 2002 e o nome da família continua a ser sinónimo do futebol português.
Lee Tae Seok (Coreia do Sul)
O zagueiro sul-coreano Lee Taesok segue os passos de seu pai, Lee Yul-yong, integrante da seleção histórica do país que chegou às semifinais da Copa do Mundo de 2002 em casa.
O Lee mais velho marcou na derrota da Coreia do Sul no play-off para a Turquia, enquanto Taezok emergiu como um dos defensores promissores do país, ganhando reconhecimento a nível de clubes e internacionalmente.
Angus Gunn (Escócia)
O goleiro Angus Gunn herdou o pedigree internacional de seu pai, Brian Gunn, que fez parte da seleção escocesa para a Copa do Mundo de 1990.
Angus, que representou a Inglaterra nas camadas jovens antes de mudar de aliança, tornou-se o goleiro número um da Escócia. Apesar de uma temporada interrompida por lesões, ele continua sendo uma figura chave na preparação da Escócia para mais uma campanha na Copa do Mundo.
Erling Holland (Noruega)
Poucos filhos foram tão leais ao pai como Erling Haaland.
O atacante do Manchester City já é um dos maiores goleadores de sua geração, enquanto seu pai, Alfie Holland, representou a Noruega na Copa do Mundo de 1994. O regresso da Noruega ao maior palco do futebol permitirá a Erling acrescentar um capítulo no Campeonato do Mundo a uma carreira repleta de recordes e troféus.
Justin Kluivert (Holanda)
Justin Kluivert tem um dos sobrenomes mais conhecidos do futebol holandês.
Seu pai, Patrick Kluivert, jogou pela Holanda na Copa do Mundo de 1998, marcando gols cruciais na chegada dos holandeses às semifinais. Justin conquistou sua vaga na seleção nacional após uma temporada impressionante no Bournemouth e espera deixar sua marca no torneio.
Juliano Simeone (Argentina)
Juliano, filho do grande argentino Diego Simeone, está constantemente emergindo da sombra do pai.
Diego representou a Argentina em três Copas do Mundo e foi figura-chave em alguns dos momentos mais memoráveis do torneio, incluindo o confronto de 1998 com a Inglaterra, em que David Beckham foi expulso.
Agora com 22 anos, Giuliano tornou-se regular no Atlético de Madrid sob o comando de seu pai e um membro cada vez mais importante da seleção argentina de Lionel Scaloni.
Christian Torstvedt (Noruega)
O médio norueguês Christian Torstvedt ajudou a Itália a garantir a qualificação com uma vitória memorável e agora tem a oportunidade de imitar o seu pai, Erik Torstvedt.
O ex-goleiro do Tottenham Hotspur representou a Noruega na Copa do Mundo de 1994, onde a nação escandinava sofreu uma eliminação infeliz, apesar de terminar empatada em pontos com as outras seleções do grupo.
Luca Zidane (Argélia)
Luca Zidane pode ter o sobrenome mais famoso desta lista.
Filho da lenda francesa Zinedine Zidane, que inspirou os “bleus” à glória no Campeonato do Mundo em 1998, Luca representou pela primeira vez a França nas camadas jovens antes de mudar a sua aliança internacional para a Argélia.
Goleiro de profissão, estreou-se pela Argélia em 2024 e agora pode se tornar mais uma parte de uma das histórias de família mais famosas do futebol.
Para todos estes jogadores, a Copa do Mundo representa um desafio único. Os seus pais já deixaram a sua marca na história do futebol. Agora a tarefa não é apenas respeitar esses legados, mas criar os seus legados.




