Há um “alarme certo” sobre o aumento militar da China no Pacífico e os Estados Unidos querem um equilíbrio regional onde nenhum estado tenha poder, disse o chefe do Pentágono, Pete Hegsoth, no sábado.
“Quando olhamos para toda a região hoje, há um alarme legítimo em relação ao desenvolvimento militar histórico da China e à expansão das suas atividades militares na região e fora dela”, disse Hegsoth na principal cimeira de defesa da Ásia, em Singapura.
Ele acrescentou que Washington não deseja “confrontos desnecessários na região”.
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Hegsoth falou no Diálogo Shangri-La, que reúne altos funcionários da defesa e especialistas de 45 países.
Historicamente, proporcionou um cenário tanto para o debate aberto como para a diplomacia a portas fechadas.
No seu discurso de abertura, Hegsoth disse que Washington “tentou um equilíbrio verdadeiramente estável (na Ásia) que funcione para os americanos e os nossos aliados”.
Significa “um equilíbrio de poder favorável, mas sustentável, no qual nenhum Estado, incluindo a China, pode impor a sua hegemonia e pôr em causa a segurança ou a prosperidade da nossa nação e dos nossos aliados”, acrescentou.
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Hegsoth lidera uma grande delegação dos EUA, em forte contraste com a adversária China, que enviou um painel de especialistas militares e académicos para substituir o ministro da Defesa em segundo mandato, Dong Jun.






