Falta um semestre em que River tropeçou: O julgamento monumental e o que pode vir

CÓRDOBA (Mendalar Especial).- o rio estará novamente sujeito ao julgamento de Monumental próxima quarta-feira Ele não será julgado pela possibilidade de espancar a flor e terminar em primeiro no grupo para ir direto para as oitavas de final Copa Sul-Americana, mas para a perda final Belgrano, que superou a frustração. Que um título escape marcando dois gols em três minutos, nos últimos dez do jogo, abre cria uma ferida profunda e muitas perguntas.

A situação da equipe pegou fogo nos últimos dez minutos, quando os rendimentos de Belgrano “Mudo” Vázquez e “Uvita” Fernández aumentaram, enquanto Chacho Coudet Ele só fez um por necessidade – a lesão de Acuña – e isso desestabilizou a defesa. O treinador de Rivera não teve reação para fazer outras mudanças, necessárias do ponto de vista futebolístico, antes que o Belgrano virasse a história. Quando Juanfer Quintero y Salas foi expulso já era tarde demais. E o equatoriano Páez, nas duas bolas que tocou, pareceu não perceber que era a final.

Mais do que na quadra O descontrole do River foi Chacho Coudet, expulso por abuso Contra o árbitro Falcón Pérez, responsável pela derrota por pênalti e outras decisões polêmicas (possível segundo amarelo de Passerini, chute de Vázquez sobre Meza antes do segundo gol). As outras duas finais perdidas neste estádio foram incluídas na lista de arbitragem, ambas com o Rosario Central (contra Boca e Rivera). Teremos que ver se a raiva acumulada no passado não saiu do presente do partido.

O juiz Eduardo Coudet mandou expulsá-lo no finalSEBASTIAN SALGUERO

A arbitragem foi regular, mas na realidade Coudet perdeu a partida com a vitória do imperturbável russo Zielinski no banco. Primeiro, com a atitude agressiva de Belgrano desde o início, a personalidade para devolver duas desvantagens e as introduções de Fernández e Vázquez.

Como Coudet, nestes três meses, Gallardo teve o mérito de levantar o time caído que deixou para trás, Ele também tem a responsabilidade de vencer seu time na final. O Belgrano, no geral, teve mais méritos, dentro dos parâmetros de paridade que costumam existir no futebol argentino.

Venceu o River por 2 a 1, mas perdeu a final para o Belgrano por 3 a 2João José Garcia

O tumultuado semestre de Ibai está chegando ao fim. Com a demissão do treinador mais bem-sucedido da história, a equipa pressionou fortemente pela chegada de um Coudet, ainda que com desníveis e atuações pouco convincentes. Esta final pode ter sido uma carta que não apareceu no jardim em fevereiro e março, mas assim que chega, o River, segundo a história, exige a vitória. Ele perdeu e precisa ser responsabilizado, sem desculpas ou aparências de apaziguamento.

É aceito que muitas vezes ele teve que treinar por causa do número de lesões, mas as costas novamente fazendo a escalação A política de reforços não deve ter sido muito boa se mais de 20 milhões de dólares, entre Castaño e Salas, aquecem a cadeira numa final.

Destaques de Belgrano 3 – Rio 2

Tendo embarcado no comboio a todo vapor – para usar a frase de Gallardo em vez de Demichelis – aproxima-se o momento de Coudet assumir a sua posição à frente da locomotiva, montar e decidir os rumos do “seu River”, com pré-época e intervenção no mercado de transferências. a chegada de Nikolas Otamendi, Aos 38 anos, vestirá a camisa do clube que é torcedor. Visam o uruguaio Arambarri (Getafe), sonham com Thiago Almada, gostam muito do meio-campista Tobías Andrada (Vélez) e há quem veja o novo diretor esportivo Pablo Longoria negociando com Mauro Icardi, cujo contrato com o Galatasaray está chegando ao fim. E teremos que ter cuidado Uma possível saída para Quintero, dado o status de substituto atribuído pelo treinador

É daí que o novo rio poderia vir. Enquanto isso, quem o arrasou durante todo o semestre, Ele saberá na quarta-feira se há entendimento no Monumental ou se sai de férias com mais um tapa na cara.




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