O Paquistão e o Fundo Monetário Internacional continuam a discutir outra ronda de financiamento de um programa de resgate de 7 mil milhões de dólares que visa restaurar a confiança na economia do país, entre questões sobre como a guerra em curso no Irão poderá afectar o seu vizinho oriental.
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De acordo com uma declaração do credor global, a ronda de discussões sobre a terceira avaliação do chamado financiamento alargado centrou-se na política fiscal e nas reformas económicas no âmbito do programa.
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O FMI elogiou os líderes do Paquistão por “realizarem bons progressos na implementação da sua agenda de reformas”, mas notou a nuvem de incerteza criada pelos conflitos recentes, incluindo os preços da electricidade.
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“Embora tenham sido feitos progressos significativos nas discussões, estes trabalhos continuarão nos próximos dias, inclusive para uma avaliação abrangente do impacto dos recentes desenvolvimentos globais na economia paquistanesa e no programa apoiado pelo FEP”, disse Iva Petrova, chefe do Fundo Monetário Internacional, num comunicado.
O acordo ainda não foi anunciado a nível técnico, o que normalmente seria aprovado mais tarde pelo Conselho Executivo do FMI, o que desbloquearia a próxima tranche de fundos.


