Atenas, Grécia (AP) – A greve geral em todo o país na Grécia deixou as balsas amarradas no porto e, na quarta -feira, interrompeu o transporte público por toda a capital, porque o pessoal do setor público e privado protestava contra mudanças nas leis trabalhistas da Terra.
Não haverá táxis em Atenas ou trens por greves de 24 horas, enquanto os ônibus e os serviços urbanos de metrô, bonde e caminhão operavam em um cronograma reduzido.
A greve interrompeu os serviços em todo o país, incluindo escolas, tribunais, hospitais públicos e municípios. Dois processos de protesto foram planejados em Atenas médios, enquanto as manifestações também foram determinadas para outras cidades.
Os sindicatos que representam funcionários públicos e funcionários do setor privado chamaram uma greve para protestar contra mudanças na lei trabalhista, o que introduzirá maior flexibilidade, incluindo a permissão de horas extras, o que pode se estender para os mudanças para 13 horas por dia. Sob os novos regulamentos, o horário de trabalho que inclui horas extras seria limitado a 48 horas por semana, com um máximo de 150 horas extras por ano.
Os sindicatos afirmam que novas regras deixam os trabalhadores vulneráveis ao abuso de empregos.
“Dizemos que não 13 horas (turno). A exaustão não é desenvolvimento, a tolerância humana tem limites”, disse a Confederação Geral de funcionários do setor privado, uma confederação geral dos trabalhadores. O sindicato exigiu uma semana de trabalho de 37 ½ horas e o retorno do acordo de barganha coletiva.




