Draymond Green conseguirá adiar uma performance vintage do Warriors-Rockets?

Ele era o Draymond Green definitivo na noite de quinta-feira em Houston: atordoado, exausto e alimentado quase inteiramente pelo rancor.

Houve domínio defensivo, positividade ofensiva e, claro, algumas atividades extracurriculares. No terceiro quarto, após mergulhar, Green estendeu a mão e agarrou o tornozelo de Jabari Smith Jr., que estava em retirada. Quem sabe. Talvez em um jogo os Warriors estivessem controlando com muita facilidade, apesar de estarem com poucos jogadores a ponto de os Rockets os jogarem com luvas de pelica, isso deu a ele o conflito que ele queria.

Verde precisa de atrito. Ele sempre teve melhor desempenho na lama, fazendo deslizes fabricados com combustível de alta octanagem. Contra um time do Rockets que incluía seu velho amigo Kevin Durant, contra uma organização que qualquer um que passou por dias de salada é absolutamente ridículo, Green aumentou a intensidade e deu uma aula magistral de defesa.

Ele até falou mal do lance livre crítico de Durant para fora do cilindro faltando 30 segundos para o final de um jogo de um ponto na prorrogação. Antes da tentativa, ele saiu de baixo do aro até a linha de lance livre, disse algo na direção de Durant e ficou lá enquanto Tari Easton tentava debilmente ficar entre os dois membros do Hall da Fama.

“Vintage Draymond”, disse Steve Kerr aos repórteres após o jogo. “A proteção, a liderança, a força, a morte.”

Houve.

Foi também um lembrete alto e indesejável.

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