O Ministério da Habitação, Construção e Saneamento (MVCS) ligou os seus motores para ajudar quem perdeu tudo debaixo de água. O governo oficializou com a aprovação da terceira chamada em 2026 Entrega de 560 títulos de arrendamento habitacional para emergências (BAE), uma medida de emergência para famílias cujas casas ficaram sob escombros ou inabitáveis devido às fortes chuvas.
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Como aceder ao subsídio e quais os documentos necessários?
Para fazer parte desta lista de beneficiários, o processo baseia-se numa avaliação técnica prévia. Os danos foram analisados pelos governos locais e validados pela Direção Geral de Programas e Projetos de Habitação e Urbanismo. Apenas as famílias cujas casas foram certificadas como danificadas ou inabitáveis são elegíveis para este benefício estatal.
Os interessados deverão ficar atentos ao calendário, pois o prazo para apresentação das candidaturas é de vinte dias úteis. A contagem regressiva começa no dia seguinte à publicação da Resolução Ministerial nº 052-2026-VIVIENDA, portanto a celeridade no processo é importante para garantir a colocação nos respectivos distritos.
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Que documentação deve ser produzida?
Quanto à documentação, o MVCS solicita uma declaração juramentada onde o beneficiário declara não possuir outros bens em seu departamento de origem. Além disso, deverá ser apresentado contrato de locação assinado com o novo proprietário do imóvel, com assinaturas legais para atestar a autenticidade do contrato.
Finalmente, o ministério cede à vulnerabilidade económica das vítimas. Caso não disponham de recursos para cobrir os custos notariais da legalização, os signatários poderão apresentar declaração adicional apoiando tal limitação. Com esta medida, o sector procura eliminar obstáculos burocráticos e garantir que a ajuda chegue efectivamente a quem enfrenta hoje situações de emergência.







