O Ministério da Habitação fornece S/500 por mês para famílias peruanas

O Ministério da Habitação, Construção e Saneamento (MVCS) ligou os seus motores para ajudar quem perdeu tudo debaixo de água. O governo oficializou com a aprovação da terceira chamada em 2026 Entrega de 560 títulos de arrendamento habitacional para emergências (BAE), uma medida de emergência para famílias cujas casas ficaram sob escombros ou inabitáveis ​​devido às fortes chuvas.

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Como aceder ao subsídio e quais os documentos necessários?

Para fazer parte desta lista de beneficiários, o processo baseia-se numa avaliação técnica prévia. Os danos foram analisados ​​pelos governos locais e validados pela Direção Geral de Programas e Projetos de Habitação e Urbanismo. Apenas as famílias cujas casas foram certificadas como danificadas ou inabitáveis ​​são elegíveis para este benefício estatal.

Os interessados ​​deverão ficar atentos ao calendário, pois o prazo para apresentação das candidaturas é de vinte dias úteis. A contagem regressiva começa no dia seguinte à publicação da Resolução Ministerial nº 052-2026-VIVIENDA, portanto a celeridade no processo é importante para garantir a colocação nos respectivos distritos.

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Que documentação deve ser produzida?

Quanto à documentação, o MVCS solicita uma declaração juramentada onde o beneficiário declara não possuir outros bens em seu departamento de origem. Além disso, deverá ser apresentado contrato de locação assinado com o novo proprietário do imóvel, com assinaturas legais para atestar a autenticidade do contrato.

Finalmente, o ministério cede à vulnerabilidade económica das vítimas. Caso não disponham de recursos para cobrir os custos notariais da legalização, os signatários poderão apresentar declaração adicional apoiando tal limitação. Com esta medida, o sector procura eliminar obstáculos burocráticos e garantir que a ajuda chegue efectivamente a quem enfrenta hoje situações de emergência.

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