Terça-feira, 24 de fevereiro de 2026 – 21h27 WIB
VIVA – O Diretor Presidente da PT Agrinas Pangan, Nusantara João Angelo de Sousa Mota, confirmou que a importação de 105 mil camionetas da Índia para as operações das Cooperativas Aldeias (Copedes)/subdistrito Vermelho e Branco ainda está em curso e não houve decisão de suspendê-la.
Importar 105 mil picapes da Índia para a Copdes pode acabar com 10 mil novos trabalhadores e até possíveis demissões
Isto é uma resposta à recusa da Cooperativa Red & White Village/Subdistrict de importar camionetas da Índia para as suas necessidades operacionais. Segundo ele, quem até agora rejeitou a importação de automóveis são indivíduos e não grupos específicos, governos ou a própria sociedade.
“Quem rejeita? Porque somos uma empresa estatal, devemos ser leais ao governo e ao povo. Portanto, somos leais apenas ao Estado e ao povo, não a certos indivíduos ou grupos que se recusam”, disse João em conferência de imprensa em Jacarta, terça-feira, 24 de fevereiro de 2026.
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No entanto, João afirmou que o seu partido, como BUMN, cumprirá qualquer decisão que o governo e o DPR tomem sobre a importação de picapes da Índia e está pronto para assumir a responsabilidade por todas as consequências desta política.
“Qualquer que seja a decisão do país, a decisão do DPR, é a voz do povo e representa o povo. Como director (Maine Agrinas) obedecerei, serei leal e serei o que o país decidir no interesse do povo”, disse João.
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Ele também confirmou que as unidades de acompanhamento que chegarem à Indonésia ainda aguardarão instruções oficiais do governo antes de serem utilizadas ou distribuídas. Se posteriormente for decidido que o veículo não pode ser utilizado, a Agrinus cumprirá integralmente essa decisão, independentemente das potenciais consequências comerciais.
João disse que está pronto para assumir a responsabilidade por todos os riscos, inclusive a possibilidade de ações judiciais de fornecedores devido a mudanças na política estadual.
“Portanto, se nos disserem que não podemos usá-lo, não o usaremos. Portanto, qualquer que seja o risco, tenho de arcar com as consequências. E tenho de me levantar e ser responsável pelas minhas ações”, disse ele.
Segundo ele, essa responsabilidade faz parte do seu compromisso como principal executivo que deve estar à frente de todas as decisões estratégicas. Ele também abre a porta ao diálogo com os fornecedores quando surgem potenciais multas ou danos para encontrar a melhor solução de negócio.
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João sublinhou que o objectivo do mundo empresarial é encontrar benefícios mútuos e não prolongar conflitos, pelo que a solução deve ser alcançada através de uma comunicação construtiva.





