Caro RIO: Numa recente reunião de família, minha cunhada “Paula” perguntou ao meu marido se ela poderia usar nosso banheiro.
Existem três banheiros em nossa casa; ela pediu para usar o quarto do andar de cima “para privacidade”, embora soubesse do meu problema de incontinência. (Nós nem permitimos que nossos filhos usem o banheiro.)
Tive que usar o banheiro com urgência, então corri escada acima para usar aquele que esperava estar vazio. Fiquei surpreso que ela estava lá. Como não consegui ir ao banheiro, sofri um acidente de xixi.
Fiquei muito chateado com Paula. Liguei para ela e quando ela viu o que aconteceu, ela se desculpou muito.
Abby, Paula sabe que tenho problemas de controle da bexiga, mas ela ignorou. Meu marido ouviu o grito e me repreendeu por ligar para a irmã dele.
Eu errei aqui? Ele tem dificuldade em dizer ‘não’ para a família, mas jipes, eu precisava de um banheiro! O que eu deveria ter feito?
— Você deve inserir a nova camisa
Querido, TENHO QUE IR: A incontinência pode acontecer com qualquer pessoa, em qualquer idade. Não são apenas pequenas mulheres. Entre 24% e 45% das mulheres relataram incontinência urinária, “o problema sobre o qual ninguém quer falar”. Segundo estatísticas do Instituto Nacional de Saúde, a incontinência urinária afetou aproximadamente 13 milhões de pessoas em 2024.
Você errou ao gritar com sua cunhada, que tinha permissão para usar aquele banheiro, mas é compreensível dada sua angústia e constrangimento.
Se você ainda não se desculpou com ela, deveria. Na verdade, foi seu marido quem mereceu gritar, e ele pode nunca entender a “urgência” até que ele mesmo a emita. (Muitos homens fazem isso!)
Prezado Abade: Há três anos, você publicou uma carta de uma avó que estava chateada por ter que criar o neto porque os pais dele não queriam fazê-lo. Nunca esqueci essa carta.
Muito antes de ser publicado, meu marido e eu obtivemos a custódia de nosso neto “Keith”, que na época tinha 7 anos.
Meu marido e eu estávamos aposentados e passávamos os invernos na Flórida. Desistimos das viagens à Flórida (com relutância) para ficar em casa e cuidar do nosso neto.
Keith sempre passou muito tempo conosco, mas ainda estava chateado porque seus pais o “levaram embora”. Então, para nos mantermos ocupados, juntamos o caratê, os escoteiros, o 4-H e os esportes escolares.
Foi um dos melhores momentos da minha vida. Aprendi coisas novas e fiz novos amigos com uma avó que também criava filhos.
Keith se formou no ensino médio, conseguiu um bom emprego, comprou uma casa e se casou recentemente. Nós nos saímos bem! Espero que “Like Mom in South Carolina” também vá bem.
– AVÓ DA MÃE EM NOVA IORQUE
Querida AVÓ: Muitos avós hoje estão criando os netos e muitos deles têm histórias de sucesso como a sua. Parabéns e obrigado por compartilhar.
Dear Abby foi escrita por Abigail Van Buren, também conhecida como Jeanne Phillips, e foi fundada por sua mãe, Pauline Phillips. Entre em contato com Dear Abby em www.DearAbby.com ou PO Box 69440, Los Angeles, CA 90069.




